A Festa em Cariacica/ES foi um maior agito com a presença do influenciador digital e ex-jogador de futebol, Thiago Capixaba, do cantor Elias Wagner e da promotora Nick.
No bate papo, em entrevista de Thiago Capixaba, foi retirada uma foto de Elias Wagner pela sua história que representa a música. O Show do Filho Que Foi Do Seu Filho.
O Conselho Comunitário de Segurança de Niterói (CCS Niterói), representado por sua presidente, Renata Cardoso, participou de uma importante visita institucional às novas instalações e à estrutura remodelada do Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro (ISP-RJ). O encontro reuniu presidentes dos Conselhos Comunitários de Segurança (CCS) de diversas regiões do estado.
Integração, Dados e Transparência
A agenda teve como foco principal aproximar os líderes comunitários da nova liderança do ISP-RJ e da Coordenadoria dos CCS, fortalecendo o diálogo entre a sociedade civil organizada e os órgãos de análise e inteligência em segurança pública.
Durante a visita, os representantes puderam conhecer de perto a moderna infraestrutura do instituto, voltada ao processamento e análise estatística de dados criminais, pilar fundamental para o planejamento das ações operacionais das forças de segurança do Estado.
”A segurança pública eficiente se constrói com dados precisos e participação comunitária. Conhecer a nova estrutura do ISP e estreitar laços com a nova coordenação reafirma o compromisso do CCS Niterói em levar as reais demandas da população para a mesa de decisões estaduais”, explica Renata Cardoso, Presidente do CCS Niterói.
Escrito em 1954, “A Bruxinha que Era Boa” faz curta temporada de 08 de agosto e 13 de setembro com novidades
Fundado em 1951 por um grupo liderado pela então jovem mineira Maria Clara Machado, O Tablado faz parte da história cultural do Brasil. Para celebrar os 75 anos dessa linda trajetória, a instituição abre a programação especial revisitando um clássico infantil: “A Bruxinha que Era Boa”. As sessões acontecem aos sábados e domingos, às 17h, em curta temporada de 8 de agosto a 13 de setembro, no teatro O Tablado, na Lagoa.
Escrita em 1954 por Maria Clara Machado e premiada no Distrito Federal em 1955, “A Bruxinha que Era Boa” foi encenada pela primeira vez em O Tablado em 1958, retornando em 1999 e 2014. Tornou-se um dos grandes clássicos do teatro infantil brasileiro. Ao lado de “Pluft, o Fantasminha”, é uma das peças mais montadas por grupos profissionais e amadores em todo o país. Com direção e adaptação de Cacá Mourthé, a nova montagem conta com novidades, como nas músicas originais assinadas por Lincoln Vargas.
O espetáculo apresenta Ângela, uma bruxinha diferente que estuda na Escola de Maldades da Floresta, onde todos querem ganhar a fabulosa vassourinha a jato, prêmio de bruxa mais malvada. Ângela quer muito ganhar a vassoura a jato, pois o que mais gosta de fazer é voar pela floresta, por cima das árvores e perto das nuvens. O problema é que a bruxinha não sabe fazer maldades e ainda ajuda o menino Pedrinho, um jovem lenhador, a escapar das maldades de suas amigas, o que a faz ser presa na Torre de Piche. O novo amigo Pedrinho é o único que pode ajudá-la a escapar e ganhar a vassoura a jato.
Ao inverter a lógica tradicional das histórias de bruxas, a obra revela como a bondade pode ser vista como defeito em ambientes tóxicos, abordando temas como diferença, preconceito, bullying e a coragem de ser quem se é. Ambientado em uma floresta viva e mágica, o espetáculo trata o embate entre bem e mal sem maniqueísmo, com humor e poesia. Uma obra que atravessa gerações, ensinando que ser bom não é ser ingênuo — e que a imaginação pode ser um gesto de cuidado.
– Até hoje, aquela bruxinha ainda age. Ainda sopra boas mensagens. Um teatro como feitiço do bem. São as magias de Maria Clara Machado – destaca Cacá Mourthé.
Marco da cultura nacional
Considerado Patrimônio Cultural da cidade do Rio de Janeiro e tombada pela Prefeitura carioca, com atividades artísticas reconhecidas pelo Governo Federal, O Tablado é uma escola de teatro com cerca de 700 alunos e mais de 20 professores, atuante na formação cultural de cidadãos de todo o Brasil. Foi fundado em 1951 por Maria Clara Machado, autora de 23 peças infantis, entre elas “A bruxinha que era boa”, “A menina e o vento”, “O rapto das cebolinhas”, “O cavalinho azul” e “Pluft, O Fantasminha”, premiadas nacional e internacionalmente e traduzidas para diversos idiomas.
Em 75 anos, O Tablado se tornou referência na formação de plateias sensíveis e de profissionais de teatro – cenógrafos, figurinistas, iluminadores, atores e diretores, a exemplo de Hamilton Vaz Pereira, Wolf Maya, Cininha de Paula, Claudia Abreu, Ingrid Guimarães, Louise Cardoso, Malu Mader, Du Moscovis, Leonardo Brício, Andréa Beltrão, Fernanda Torres, Rubens Corrêa, Drica Moraes, Jaqueline Laurence, Mateus Solano e Gregório Duvivier, entre muitos outros.
Serviço:
Temporada de “A Bruxinha que era boa”: de 8 de agosto a 13 de setembro
Sessões: sábados e domingos, às 17h
Local: Teatro O Tablado – Avenida Lineu de Paula Machado, 795, Lagoa, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: de R$ 40 a R$ 80, vendas no site https://bileto.sympla.com.br/event/123789/d/399624
Classificação etária: livre
Site: https://www.otablado.com.br/
Rede social: https://www.instagram.com/teatrotablado
Ficha técnica:
Autora: Maria Clara Machado
Direção Geral e Adaptação: Cacá Mourthé
Música Original: Lincoln Vargas
Cenografia: Julia Marina
Figurinista: Elisa Faulhaber
Iluminação: Rodrigo Belay
Assistente de Direção e Preparadora Corporal: Julianna Firme
Direção Musical: Lincoln Vargas
Assistentes de direção musical: Caio Paranaguá e Ney Feijó
Músicos: Ney Feijó e Cecília Brandão
Desenho de Som: Leandro Lobo
Operadores de Som: Caio Paranaguá e Maria Clara Reis
Assistentes de cenografia: Rayane Da Vinha e Gabriel Andrade
Cenotécnico: Guilherme Tommasi (GT Cenografia)
Equipe de cenotecnia: Gaúcho (João Pedro Gerônimo),
Marcus Pugliese e Edson Patrício Leôncio
Aderecista: Alex Grilli e Eline Santos
Figurinista Assistente: Luna Jatobá
Assistente de figurino: Teo Canoro
Caracterização: Lucas Raibolt e Arthur Dias
Costureira: Riso Monteiro
Perucas: Marcia Elias (Bruxo-Chefe, Bruxa Instrutora e Bruxa Fedelha) e
Lucas Raibolt (Bruxa Caolha, Bruxa Fredegunda, Bruxa Fedorosa e Vice-Bruxo)
Assistência de Iluminação: Jirllan Cavagna
Montagem de luz: Jirllan Cavagna, Vitor Hugo Guimarães e Vicente Velloso
Responsável técnico de iluminação e operador de luz: Vicente Velloso
Direção de palco: Kinho Andrade
Contrarregras: Victor Hugo Ribeiro, Francisco Vasconcelos e Nabuco
Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho
Social Media e Gestor de Tráfego: Hernane Cardoso
Design Gráfico: Luana Manuel
Fotos e Produção Audiovisual: Hernane Cardoso
Controler financeiro: Janaina Santos
Bilheteria: Elisa Nunes e Zé Helou
Administração: Janaina Santos e Luana Manuel
Assistentes de produção: Jovi Gonçalves, Elisa Nunes e Kinho Andrade
Direção de produção: Luana Manuel
Realização: O Tablado
Elenco:
Bruxinha Ângela – Luiza Kosovski
Bruxinha Caolha – Beatriz Linhales
Bruxinha Fredegunda – Helena Alpino
Bruxinha Fedorosa – Bruna Zordan
Bruxinha Fedelha – Maria Repetto
Bruxa-Chefe – Grila Grimaldi
Bruxo Belzebu Terceiro – Samuel Valladares
Vice-Bruxo – Rodrigo Barcelos
Pedrinho – Gabriel Wotzik
Stand-in: Julianna Firme
Seres da Floresta: Antônia do Vale, Beatriz Ferreira, Dhulia Vitória, Emmanuel Roque, Gabriel Netto, Jovi Gonçalves e Maria Paiva
Muito além do quibe e da esfiha, a culinária síria e libanesa revela uma gastronomia rica em história, ingredientes frescos e receitas que atravessam gerações. Marcada pelo uso de ervas aromáticas, azeite de oliva, especiarias como zaatar e sumac, além do tradicional molho de alho conhecido como *toum*, essa cozinha vem conquistando um público cada vez maior no Brasil.
Pratos como homus, tabule, falafel e shawarma já fazem parte do cotidiano de muitos brasileiros, a ponto de, muitas vezes, serem vistos apenas como “comida árabe”. No entanto, cada receita carrega influências culturais próprias e representa tradições preservadas em diferentes países do Oriente Médio, especialmente na Síria e no Líbano.
Nos últimos anos, um movimento de valorização da autêntica comida de rua da região tem ganhado espaço nas grandes cidades brasileiras. A proposta é oferecer refeições rápidas, preparadas na hora, sem abrir mão da qualidade dos ingredientes e dos sabores originais.
É nesse cenário que o **Toum**, em Botafogo, se destaca como um dos novos endereços dedicados à gastronomia do Oriente Médio no Rio de Janeiro. Inaugurado recentemente, o restaurante aposta na tradicional comida de rua libanesa, trazendo um cardápio enxuto, acessível e preparado na hora.
O nome da casa faz referência ao famoso **toum**, um creme de alho leve e aerado considerado um dos grandes símbolos da culinária libanesa. Presente em diversos preparos, o molho acompanha carnes, shawarmas, sanduíches e outras especialidades da região.
Com poucas mesas na calçada e banquetas no balcão, o restaurante reproduz o clima descontraído das lanchonetes de rua encontradas em cidades do Oriente Médio. A proposta é oferecer refeições práticas para quem está de passagem pelo bairro, sem abrir mão da autenticidade dos temperos e das receitas tradicionais.
O cardápio reúne shawarmas de carne e frango, sanduíches, wraps, burgers inspirados na culinária libanesa e opções vegetarianas, como o tradicional falafel. Um dos destaques é o wrap de bife preparado no estilo shawarma, além do sanduíche de tiras de frango, servido em pão macio e acompanhado pelos tradicionais molhos da casa.
As batatas fritas também recebem um toque especial e podem ser servidas na versão tradicional ou temperadas com zaatar e sumac, especiarias bastante utilizadas na gastronomia síria e libanesa.
Outro diferencial do Toum é a proposta de oferecer uma refeição leve e democrática. A casa não comercializa bebidas alcoólicas, reforçando um ambiente voltado para famílias, grupos de amigos e apreciadores da culinária do Oriente Médio que buscam uma experiência gastronômica centrada nos sabores e na tradição.
Ao unir receitas clássicas com uma apresentação contemporânea e informal, o Toum mostra como a culinária síria e libanesa continua se reinventando sem perder sua essência. Para quem deseja conhecer os verdadeiros sabores do Oriente Médio, o restaurante oferece uma oportunidade de experimentar a autêntica comida de rua da região em pleno bairro de Botafogo.
Serviço
Toum – Comida de Rua Libanesa
📍 Rua General Polidoro, 58 – Botafogo – Rio de Janeiro (no espaço do antigo Shopping dos Sabores)
🕚 Segunda a sábado: das 11h às 21h30
🕧 Domingo: das 12h30 às 19h
📱 Instagram: @toum.restaurante
A culinária síria é um verdadeiro patrimônio cultural do Oriente Médio. Marcada por receitas transmitidas entre gerações, ela conquista paladares ao redor do mundo pela combinação harmoniosa de ervas frescas, azeite de oliva, especiarias aromáticas e ingredientes naturais. Mais do que uma refeição, cada prato carrega histórias, memórias e séculos de tradição.
Com forte influência mediterrânea e árabe, a gastronomia síria é conhecida pelo equilíbrio de sabores e pela diversidade de preparos. Entre os pratos mais tradicionais estão o quibe cru, preparado com carne fresca e trigo fino; o babaganuche, pasta de berinjela defumada; o homus; o falafel; as esfihas; a mjadra, feita com arroz, lentilhas e cebolas caramelizadas; além de doces típicos elaborados com massa filo, pistaches e águas florais, como a irresistível kunafa.
No Brasil, essa tradição encontrou terreno fértil graças à imigração sírio-libanesa, que trouxe consigo receitas, costumes e o hábito de reunir a família ao redor da mesa. No Rio de Janeiro, um dos maiores representantes dessa herança é o Restaurante Árabe Sírio e Libanês, localizado na Saara, tradicional polo comercial do Centro da cidade.
Fundado em 1967 pelo libanês Jawad Salim Ghazi, o restaurante preserva até hoje as receitas originais trazidas do Líbano pelo fundador, que chegou ao Brasil de navio aos 17 anos de idade. Atualmente, o estabelecimento é administrado por Jawad e sua filha, Luciana Ghazi, mantendo viva uma tradição familiar que atravessa gerações e faz do restaurante um dos mais antigos e tradicionais da gastronomia árabe no Rio de Janeiro e no Brasil.
A própria identidade visual da casa faz referência à sua história. A logomarca homenageia os navios que transportaram milhares de imigrantes libaneses para o Brasil, simbolizando a trajetória de Jawad e de tantas famílias que contribuíram para enriquecer a cultura e a gastronomia brasileira.
Instalado na Saara — região formada por 13 ruas e cerca de 1.200 estabelecimentos comerciais, considerada um dos centros comerciais mais tradicionais e movimentados da capital fluminense —, o restaurante recebe diariamente clientes em busca da autêntica culinária síria e libanesa.
Logo na entrada, um balcão repleto de quibes, esfihas e outras iguarias desperta a atenção de quem passa pelo local. No salão, de ambiente acolhedor e decorado com um grande painel que retrata a vida rural no Oriente Médio, é possível encontrar opções para diferentes ocasiões.
Entre os destaques estão o almoço executivo, que combina uma proteína e dois acompanhamentos — como quibe de forno, arroz com lentilhas e tabule —, além do tradicional rodízio, que permite experimentar diversas especialidades da casa. Outra sugestão é o Super Mix, servido para duas ou três pessoas, reunindo homus, pão árabe, caftas, arroz com lentilhas e cebola frita, tabule e charutinhos de folha de uva ou de repolho recheados.
Além do atendimento no restaurante, a casa também oferece buffet árabe para festas, eventos corporativos e reuniões, com cardápio que inclui desde salgados tradicionais até pratos completos, sobremesas típicas e serviço de garçons.
Ao longo de quase seis décadas de história, o Restaurante Árabe Sírio e Libanês acumulou reconhecimento da crítica especializada, sendo eleito diversas vezes como um dos melhores restaurantes árabes do Rio de Janeiro e do Brasil em publicações, suplementos gastronômicos e guias especializados.
Mais do que servir refeições, o restaurante preserva uma história de imigração, trabalho e tradição, proporcionando aos clientes uma verdadeira experiência gastronômica que transporta os sabores do Oriente Médio para o coração do Rio de Janeiro.
Serviço
Restaurante Árabe Sírio e Libanês
📍 Rua Senhor dos Passos, 217 – Saara – Centro – Rio de Janeiro (RJ)
🕚 Segunda a sexta-feira: das 11h às 16h30
🕚 Sábados: das 11h às 15h
📞 (21) 2224-1629
📱 WhatsApp: (21) 97434-3624
✉️ [contato@sirioelibanes.com.br](mailto:contato@sirioelibanes.com.br)
Festival gratuito reúne nomes como Fernanda Montenegro, Valter Hugo Mãe, Ana Maria Gonçalves, Emicida, Conceição Evaristo, Lilia Schwarcz, Jeferson Tenório, Eliana Alves Cruz e Ondjaki, em uma programação que espera receber 30 mil leitores
Toda palavra nasce de um território. Carrega memórias, afetos, ancestralidades, disputas e formas próprias de enxergar o mundo. É a partir dessa ideia que a Festa Literária Internacional de Niterói (FLIN) realiza sua edição de 2026 com o tema Territórios das Palavras. Entre os dias 13 e 16 de agosto, o Reserva Cultural de Niterói será ocupado por escritores, artistas, pesquisadores, educadores e leitores em quatro dias de programação gratuita inspirada no pensamento da antropóloga, filósofa e ativista mineira Lélia Gonzalez (1935-1994), homenageada desta edição. O evento é realizado pela Prefeitura de Niterói, por meio da Fundação de Arte de Niterói (FAN).
Com expectativa de receber 30 mil pessoas, a FLIN reafirma sua vocação como um dos principais encontros literários do país ao promover um diálogo entre literatura, música, teatro, audiovisual, jornalismo, cultura popular e produção acadêmica. Mais do que uma festa literária, a edição de 2026 propõe um espaço de circulação de ideias, encontros e reflexão sobre os diferentes territórios da palavra, reunindo autores nacionais e internacionais, artistas, intelectuais, estudantes, professores, pequenas editoras e novos leitores em torno de uma programação plural e acessível.
“A FLIN vem se consolidando como uma das mais importantes festas literárias do país, reafirmando Niterói como uma cidade que valoriza a cultura, a literatura, o pensamento e a democracia. É mais do que um evento, é um ato de valorização das nossas raízes, da nossa gente e da potência criativa das comunidades. Receber autores e artistas de tamanha relevância é motivo de orgulho, mas o que mais nos emociona é ver a população participando. É fundamental garantir que todos tenham acesso ao conhecimento, à arte e à leitura”, ressalta o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A escolha de Lélia Gonzalez orienta toda a construção da programação. Referência incontornável do pensamento brasileiro, a intelectual desenvolveu conceitos como amefricanidade e pretuguês, fundamentais para compreender as contribuições das matrizes africanas e indígenas na formação da identidade brasileira e latino-americana. Seu legado inspira mesas que atravessam literatura, relações raciais, feminismos, memória, educação, oralidade, diversidade, políticas culturais e formação de leitores.
“Escolher Lélia Gonzalez como homenageada é reconhecer a força de uma das maiores intelectuais brasileiras e trazer seu pensamento para o centro das conversas que queremos provocar na FLIN. Territórios das Palavras nasce da compreensão de que toda narrativa parte de um lugar, de uma experiência e de uma história. Queremos que a festa seja um espaço na qual diferentes vozes se encontrem, sejam ouvidas e ampliem nosso olhar sobre o país e sobre nós mesmos”, afirma Micaela Costa, presidenta da Fundação de Arte de Niterói (FAN).
Literatura em diálogo com música, teatro e pensamento
A edição de 2026 reúne algumas das principais vozes da literatura e da cultura contemporâneas. Um dos momentos mais aguardados da programação ocorre no encerramento da festa, no domingo, dia 16, quando a atriz imortal da ABL Fernanda Montenegro apresenta a leitura dramática Fernanda Montenegro lê Simone de Beauvoir, espetáculo que passou por temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo. A leitura dramática aborda a visão libertária de Simone de Beauvoir (1908-1986) sobre o feminismo, além de sua ligação de vida com o filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980).
“Fui jovem numa época emblemática. Sou de uma geração que se pronunciava e ia às ruas para pensar e sentir. Devemos refletir sobre o nosso cotidiano cada vez mais saturado de esperanças não realizadas, pela desinteligência e, infelizmente, pela brutalidade. Neste sentido, esta leitura oferece também uma oportunidade para que o público jovem conheça um pouco mais sobre a paixão, a energia, a audácia e as contradições humanas de Simone de Beauvoir, uma das pensadoras mais influentes do século 20”, afirma Fernanda Montenegro.
Uma galeria de grandes nomes da literatura vai dar o ar de sua graça na FLIN, como Emicida, Ana Maria Gonçalves, Eliana Alves Cruz, Jeferson Tenório, Conceição Evaristo, Lilia Schwarcz, Ana Maria Machado, Rosiska Darcy, Ruy Castro, Cidinha da Silva, Luiz Antonio Simas, Tatiana Salem Levy, Mariana Salomão Carrara e duas vozes internacionais: os angolanos Ondjaki e Valter Hugo Mãe, cujo mais recente livro foi o campeão de vendas na Flip 2026.
A literatura dialoga ainda com outras linguagens artísticas. A música está representada por Teresa Cristina, MC Marechal, Tati Quebra Barraco e Michael Sullivan. O teatro, a televisão e o cinema também integram a programação, com participações dos atores Paulo Betti, Fabiana Karla e Dadá Coelho, além da diretora de cinema e TV Rosane Svartman, aproximando diferentes formas de criação e narrativa.
A programação também traz intelectuais, pesquisadores e comunicadores que fortalecem o diálogo entre literatura e sociedade. Participam da edição Jessé Souza, sociólogo e um dos principais intérpretes das desigualdades brasileiras; Ynaê Lopes dos Santos, historiadora especializada em escravidão e relações raciais; as jornalistas Ana Paula Araújo, Carol Raimundi e Luciana Barreto; Giovanna Heliodoro, pesquisadora e influenciadora que debate gênero, raça e direitos humanos; Geni Núñez, ativista indígena guarani; Laura Pires, escritora e professora, com foco em relações interpessoais, comunicação e saúde social, e Midiã Noelle, jornalista e pesquisadora, que atua na interseção entre comunicação e justiça racial.
FLIN plural
A pluralidade da FLIN 2026 se completa com escritores, poetas, criadores de conteúdo e comunicadores que vêm renovando a cena literária e cultural brasileira, como Jout Jout, jornalista e Youtuber, Déia Freitas, criadora e apresentadora do podcast Não Inviabilize, um dos maiores fenômenos de narrativas em áudio do país; Stefano Volp, escritor reconhecido por romances que destacam identidade, pertencimento e juventude; Pedro Salomão, escritor, palestrante e uma das vozes contemporâneas que abordam questões humanas com sensibilidade, criatividade e profundidade, Gabi Oliveira, comunicadora, escritora e criadora do podcast Afetos.
Entre as atrações também estão Carol Loback, atriz, criadora de conteúdo e podcaster; Jeovanna Vieira, escritora dedicada às narrativas negras e às literaturas afro diaspóricas; Igor Pires, poeta, escritor e criador de conteúdo literário; Renata Andrade e Thaís Pontes, autoras roteiristas e cocriadoras da série Encantado’s da TV Globo; e Carlos Ruas, criador das tirinhas Um sábado qualquer, que trabalha humor e religião de uma forma divertida, trazendo debate e reflexão sobre o assunto.
ABL e Biblioteca Nacional fortalecem a edição
Este ano, a Festa Literária Internacional de Niterói inaugura sua articulação com duas instituições essenciais às letras. A Academia Brasileira de Letras (ABL) e a Biblioteca Nacional apoiam a realização do festival e participam da programação, com a presença de 14 acadêmicos da ABL, distribuídos em diferentes mesas ao longo dos quatro dias, além de um encontro especial dedicado à Academia. Antônio Carlos Secchin, Antônio Torres, Geraldo Carneiro, Godofredo de Oliveira Neto, João Almino, Paulo Henriques Britto e Ricardo Cavaliere são esperados na FLIN.
A curadoria como um todo é assinada por Vilma Piedade, Elisa Ventura, MC Marechal, Edu Krieger, Carla Portilho, Jordão Pablo de Pão e Jackson Jacques, coordenador-geral da FLIN. O coletivo apostou em diferentes perspectivas da literatura, da música, da pesquisa e das artes para construir uma programação que dialoga com o Brasil contemporâneo, convidando autores consagrados, novas vozes, pesquisadores, professores, estudantes, pequenas editoras e leitores.
Com programação totalmente gratuita, tradução em Libras e audiodescrição em diversas atividades, a FLIN reafirma seu compromisso com uma cultura pública, democrática e acessível. A edição de 2026 também promove ações voltadas à formação de leitores, recebe estudantes da rede pública de ensino e desenvolve iniciativas de sustentabilidade, reforçando seu papel como política cultural de fomento à leitura e à circulação de ideias.
A FLIN 2026 tem patrocínio da Águas de Niterói e apoio da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Academia Brasileira de Letras (ABL), da Biblioteca Nacional e da Ecovias Ponte.
Serviço
Festa Literária Internacional de Niterói (FLIN) 2026
De 13 a 16 de agosto
Reserva Cultural Niterói
Av. Visconde do Rio Branco 880, São Domingos
Entrada: Gratuita
A participação feminina representa 40% do total de empreendedores fluminenses, mas mulheres ainda relatam os desafios de conciliar o próprio negócio com outras responsabilidades da rotina
Dividir o dia entre reuniões, clientes, tarefas domésticas, filhos e, em alguns casos, um emprego com carteira assinada faz parte da rotina de muitas mulheres empreendedoras. Apesar dos desafios para equilibrar múltiplas jornadas, o empreendedorismo feminino segue em expansão no estado. Segundo levantamento do Sebrae Rio, as mulheres representam 40% dos empreendedores fluminenses. O avanço também se reflete na abertura de novos empreendimentos: entre janeiro e maio de 2026, a Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) registrou 8.830 negócios liderados por mulheres.
Embora os números indiquem uma busca por maior equilíbrio entre gêneros no empreendedorismo, mulheres seguem esbarrando nas dificuldades diárias de conciliar as múltiplas jornadas. É o caso da Marcelly Silvério, de 35 anos, empreendedora no ramo de semijoias na Baixada Fluminense. Ela conta que, entre idas e vindas, empreende desde os 18 anos, e a maior motivação foi ter mais tempo para ficar com a família e os dois filhos.
“Como meu negócio é on-line, eu consigo estar perto dos meus filhos. No começo não vem lucro e temos que dar o nosso suor, mas esse processo também gera muitas dúvidas, frustrações e ansiedade, já que não temos a certeza de que vai dar certo”, conta Marcelly.
Para ela, a rede de apoio é fundamental para conciliar o empreendedorismo com a maternidade. “Muitas das vezes as mães entram nesse ramo por não terem uma ajuda familiar. Então, dependendo do empreendimento, elas conseguem ficar mais tempo com os filhos. Isso faz muita diferença para quem precisa trabalhar. Se eu não tivesse apoio, não conseguiria fazer muita coisa”, explica.
Do escritório ao próprio negócio
Quando o expediente termina, o sonho empreendedor continua para a contadora Kelly de Souza, de 30 anos. Ela atua na área desde 2020, mas, neste ano, decidiu dar um passo na vida profissional ao abrir o próprio negócio e oferecer serviços de contabilidade de forma autônoma. A profissional relata que são inúmeros os desafios para conciliar a rotina com o emprego formal, mas o principal deles é acreditar em si mesma.
“Nós, mulheres, temos o costume de sermos muito críticas com nós mesmas, e empreender acaba sendo um processo de autoconfiança. Sempre imaginei que, para começar, tinha que existir o cenário perfeito e todos os recursos disponíveis. Até que eu virei a chave e decidi começar com o que eu tinha e da forma que eu conseguia. No caminho, estou aperfeiçoando, até porque muitas coisas só acontecem quando você, de fato, coloca a mão na massa”, desabafa Kelly.
Ainda segundo ela, além dos desafios relacionados à gestão de tempo e autocobrança, mulheres ainda esbarram nas expectativas sociais, uma barreira que torna a trajetória mais desafiadora que a de homens que também empreendem.
“Durante esse processo de empreender, eu vejo diferenças bem claras entre mulheres e homens. A mulher abraça mais responsabilidades ao conciliar outras jornadas, diferente do homem, que tem mais autonomia para lidar com seu negócio sem lidar com outras tarefas. Além disso, ele é visto com muito mais autoridade nesse meio. Em um ambiente, a mulher sempre precisa encontrar formas de ser levada a sério. É como se você tivesse que performar 100% o tempo todo”, explica Kelly.
Legislações que fortalecem o empreendedorismo feminino
Os desafios relatados pelas empreendedoras são temas que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) já debateu. As leis aprovadas pelo Parlamento buscam ampliar a participação feminina no mercado de trabalho e o incentivo à autonomia financeira, além do fortalecimento de negócios liderados por mulheres.
Uma delas é a Lei 11.199/26, que cria uma política voltada à ampliação da participação feminina no mercado de trabalho e promoção da igualdade de oportunidades entre os gêneros. As diretrizes estabelecem programas de capacitação profissional voltados para mulheres, iniciativas para a participação feminina em cargos de liderança e em espaços de decisão, além de medidas para prevenir e combater a discriminação e o assédio moram ou sexual no ambiente de trabalho, bem como políticas que favoreçam a conciliação entre vida profissional e familiar.
Já a Lei 9.303/21 vem para fortalecer mulheres que abrem seus próprios negócios ao prever medidas de apoio e estímulo ao empreendedorismo feminino. Para isso, a legislação conta com promoção de capacitação e formação de mulheres, cooperação e interação entre os entes públicos e o setor empresarial, além da manutenção e expansão dos empreendimentos, o incentivo ao empreendedorismo feminino de micro e pequeno porte e a facilitação do acesso dessas mulheres a linhas de crédito.
As histórias de Marcelly e Kelly mostram que empreender vai além de ganhar uma fonte de renda extra: significa dar um passo maior em busca da autonomia profissional e autoconfiança feminina, pilares que se sustentam com apoio e políticas públicas voltadas às mulheres a curto e longo prazo. “Daqui a uns cinco a dez anos, meu objetivo é me dedicar 100% ao empreendedorismo e flexibilizar minha rotina para conseguir conciliar áreas da vida pessoal que pretendo construir”, conclui Kelly.
Intervenção vai modernizar a estrutura do PESC, ampliar os espaços esportivos e reforçar as atividades de inclusão social desenvolvidas no local
A Prefeitura de Niterói deu início, neste sábado (1º), à reforma e ampliação do Parque Esportivo e Social do Caramujo (PESC), na Zona Norte da cidade. O prefeito Rodrigo Neves assinou a ordem de início das obras durante uma cerimônia que reuniu alunos, professores do equipamento, moradores da região e autoridades municipais.
Com investimento de R$ 9,3 milhões, o projeto prevê a modernização da infraestrutura, a ampliação dos espaços esportivos e a implantação de novos equipamentos para fortalecer as atividades oferecidas à população. A previsão é que as obras sejam concluídas em até seis meses.
“Assinei a ordem de início da ampliação deste Parque Esportivo e Social, que construímos em 2019. Hoje, cerca de 1.300 adolescentes e jovens participam de mais de 25 modalidades esportivas. Estamos transformando vidas, formando cidadãos e também campeões. Com essa ampliação, o parque ficará ainda melhor e seguirá oferecendo oportunidades para o bairro do Caramujo e fortalecendo esse espaço de transformação”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves.
A intervenção contempla a reforma do prédio administrativo e das salas de aula, a substituição do piso da pista de atletismo, a troca dos refletores, a recuperação dos espaços de convivência, incluindo bancos, mesas de concreto e pergolados, além da instalação de cobertura em lona tensionada nas arquibancadas.
O projeto também prevê a ampliação do campo de futebol, com área destinada ao banco de reservas, a requalificação dos pisos e a implantação de uma quadra de tênis, uma pista de salto, um ginásio de levantamento de peso e uma estrutura para escalada.
O subsecretário de Promoção da Igualdade Racial, Oto Bahia, destacou que o parque se tornou uma referência para as famílias do Caramujo ao oferecer perspectivas de futuro para crianças e jovens.
“Uma mãe nos disse que, se o Parque Social existisse antes, ela talvez não tivesse perdido os filhos para o tráfico. Hoje, ela tem três filhos no projeto e os três são campeões brasileiros. Esse relato mostra que o PESC vai muito além do esporte. Ele muda trajetórias, fortalece famílias e cria oportunidades para crianças e jovens do Caramujo”, destacou Oto Bahia.
Transformação pelo esporte
Moradora do Morro do Céu, Laudicea Andrade, de 39 anos, ressaltou a importância do Parque Esportivo e Social do Caramujo na rotina da família. Para ela, o equipamento trouxe tranquilidade e novas perspectivas para os filhos, que passaram a ter acesso a atividades esportivas e a um espaço de convivência.
“Quando tive meus filhos, eu me vi perdida e ficava preocupada com o futuro deles. Eu tinha medo de eles seguirem por um caminho que não fosse bom. Mas, hoje, eles fazem atividades no PESC. Meu coração ficou muito aliviado em saber que meus filhos vão para a escola e, depois, vêm para o Parque Esportivo. Eu posso trabalhar em paz, sabendo que eles estão aqui, podendo pensar em um futuro maravilhoso para eles”, contou Laudicea Andrade.
O secretário municipal de Esporte e Lazer, Luiz Carlos Gallo, destacou que a ampliação do PESC reforça uma política pública que vem ampliando o acesso ao esporte em Niterói e contribuindo para a formação de novos atletas. Segundo ele, os investimentos no parque acompanham o crescimento das iniciativas esportivas desenvolvidas no município.
“A reforma do PESC vai ampliar esse trabalho e dar ainda mais oportunidades para crianças e jovens. Quando assumimos a Secretaria de Esporte, os Jogos Escolares reuniam 16 escolas e cinco modalidades. Hoje batemos recorde, com 106 escolas participantes e 22 modalidades. Também consolidamos o Bolsa Atleta, que já beneficia 28 atletas do Parque Esportivo e Social do Caramujo. É fruto de um trabalho que vem sendo feito há anos. Hoje, Niterói é a Cidade do Esporte, tem os maiores Jogos Escolares do Brasil em número de escolas proporcionalmente à população e um dos maiores programas de Bolsa Atleta do país”, reforçou Luiz Carlos Gallo.
A TAP Air Portugal inicia uma nova fase do TAP Miles&Go para tornar o resgate de Passagens com Milhas mais atrativo para seus clientes. A partir de agora, o Programa passará a oferecer mais opções de valores e terá a disponibilidade para reservar voos com milhas na TAP significativamente ampliada. Nota: sujeito à disponibilidade no momento da reserva que pode variar por rota, cabine, data e gestão comercial, podendo aplicar-se limitações pontuais.
Após sete anos sem atualização da tabela de emissão, também haverá ajustes nos valores em milhas, principalmente em Classe Business. A mudança busca garantir maior disponibilidade de assentos para resgate e manter o equilíbrio do programa no longo prazo.
A nova estrutura também contempla voos com conexão, que passam a contar com valores diferenciados de forma mais abrangente, oferecendo mais possibilidades aos passageiros que precisam combinar diferentes trechos para chegar ao destino final.
Como parte da estratégia de valorização dos clientes mais frequentes, os clientes das categorias Gold (exceto, Gold Partner e Gold Club) e Navigator do TAP Miles&Go terão acesso a valores de emissão com milhas inferiores aos demais clientes, reforçando os benefícios destinados aos passageiros que mais viajam com a companhia.
A nova cabine Economy Prime, recentemente apresentada pela TAP, ainda não estará disponível para emissão com milhas nesta primeira etapa. A companhia informa que a modalidade será incorporada futuramente ao programa, e os clientes serão comunicados assim que houver novidades.
Com as novas condições, o TAP Miles&Go reforça seu compromisso em oferecer mais flexibilidade, benefícios e oportunidades para que seus clientes aproveitem cada vez mais as suas viagens.
Sobre a TAP
A TAP Air Portugal é a Companhia aérea líder nas ligações entre a Europa e o Brasil e é membro da Star Alliance desde 2005. Em operação desde 1945, a TAP Air Portugal tem o seu hub em Lisboa, uma plataforma de acesso privilegiado na Europa, na encruzilhada com África, América do Norte, Central e do Sul.
A TAP oferece mais de 1250 voos semanais para 85 cidades, 10 na América do Norte, 14 na América do Sul, 12 em África, 7 em Portugal e 42 nos restantes países da Europa.
A TAP tem feito uma aposta clara na modernização da sua frota e na oferta do melhor produto aos seus Clientes. A Companhia aérea portuguesa opera uma das frotas mais jovens do mundo, com todos os aviões da nova geração NEO da Airbus: A320neo, A321neo, A321LR e A330neo, com eficiência superior e níveis de emissões reduzidos. A TAP também opera 19 aviões Embraer na sua frota regional (TAP Express).
A TAP está classificada pela Airlines Ratings em 2025 como a Companhia aérea mais segura da Europa e a 11ª mais segura do mundo.
O desejo dos corredores brasileiros de cruzar a fronteira em busca de novos desafios tem um novo endereço de destaque na América do Sul. A Maratona de Punta del Este, marcada para o dia 6 de setembro, desponta como o novo destino queridinho dos atletas do Brasil, atraindo centenas de corredores para o litoral uruguaio.
Quem pretende garantir vaga, no entanto, precisa correr contra o tempo. O prazo final para assegurar participação encerra no dia 5 de agosto via Ticket Sports, que disponibiliza inscrições de eventos internacionais ao público brasileiro.
O sucesso da prova entre os brasileiros se deve, em grande parte, ao encontro perfeito entre esporte e estilo de vida. Com distâncias de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km, o evento convida desde iniciantes até maratonistas a viverem uma experiência única no balneário uruguaio. Longe do agito da alta temporada de verão, a cidade ganha um ritmo especial, mantendo o charme da arquitetura local, o visual marcante da orla, praias deslumbrantes e uma gastronomia de classe mundial.
“Punta del Este oferece a combinação ideal para o atleta brasileiro: prova para todos os níveis de condicionamento, logística favorável devido à proximidade com o Brasil e uma experiência que une esporte, alta gastronomia e infraestrutura turística impecável. O corredor percebe que participar de uma prova internacional na América do Sul é acessível e marcante”, afirma Henrique Farias, diretor da Sub4 Turismo Esportivo, agência especializada em viagens de corrida pelo mundo.
Outro motor fundamental para consolidar o evento no calendário dos brasileiros é a praticidade no processo de inscrição. A prova dispõe de vagas comercializadas na plataforma Ticket Sports, garantindo uma compra segura no ambiente nacional, com meios de pagamento populares no país (como PIX e parcelamento) e sem a incerteza de variações cambiais ou taxas de IOF do cartão de crédito internacional.
Com o prazo final de inscrições marcado para 5 de agosto, a expectativa é de grande presença verde e amarela nas ruas do balneário uruguaio em setembro. As inscrições e os detalhes técnicos de cada percurso estão disponíveis na plataforma do Ticket Sports.