Pintura, palavra e cor convergem em nova individual de Luciano Figueiredo na Anita Schwartz, celebrando 60 anos de uma trajetória que moldou a cultura brasileira.
São seis décadas de produção contínua, e Luciano Figueiredo ainda apresenta trabalho inédito. A Anita Schwartz Galeria de Arte, na Gávea, inaugura no dia 5 de maio de 2026, às 19h, a exposição Por toda parte escreverei o teu nome, mostra individual com curadoria de Luiz Chrysóstomo que reúne obras recentes e abre um novo núcleo dentro da pesquisa do artista.
As composições apresentadas na mostra articulam pintura, palavra, cor e linguagem gráfica com uma precisão formal que é marca registrada de Figueiredo. Não se trata de retrospectiva — o foco está no presente, no que o artista investiga agora, neste momento específico de sua trajetória.
Uma trajetória que atravessa mundos
Nascido em Fortaleza em 1948 e radicado no Rio de Janeiro, Luciano Figueiredo iniciou sua produção em 1966. Desde então, construiu uma presença rara na cultura brasileira: artista plástico, designer gráfico, poeta, cenógrafo e pensador crítico, transitou entre disciplinas sem jamais pertencer de forma exclusiva a nenhuma delas.
Ao longo dessas seis décadas, manteve interlocução direta com figuras que definiram o imaginário cultural do país. Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, Caetano Veloso, Waly Salomão e Gal Costa estão entre os nomes com quem construiu relações de trabalho e afinidade intelectual. Essa rede não é apenas biográfica — ela está inscrita na textura de sua obra.
Navilouca e a iconografia da música brasileira
Dois marcos ajudam a entender o alcance de sua atuação. O primeiro é a revista Navilouca, publicação experimental dos anos 1970 que se tornou um documento decisivo na confluência entre poesia, arte e contracultura. Figueiredo foi coautor do projeto gráfico ao lado de Oscar Ramos — um trabalho que hoje é estudado como referência na história do design editorial brasileiro.
O segundo são as capas de discos que assinou ao longo dos anos, peças que ajudaram a moldar visualmente a música popular brasileira contemporânea. Nesse campo, forma e conteúdo dialogavam com a mesma intensidade que marca sua produção nas artes plásticas.
Por toda parte escreverei o teu nome
O título da exposição já diz algo sobre o método. Há uma insistência, uma repetição que não é redundância — é construção. A palavra que retorna, a cor que persiste, a forma que se refaz. Nesse sentido, a mostra parece uma síntese natural de quem passou sessenta anos desenvolvendo uma linguagem própria com disciplina e coerência.
A curadoria de Luiz Chrysóstomo organiza esse novo momento sem transformá-lo em balanço ou celebração nostálgica. A proposta é olhar para o que Luciano Figueiredo está fazendo agora — e o que ele está fazendo, como sempre, é ampliar os limites do que a pintura pode dizer.
Serviço
Exposição: Por toda parte escreverei o teu nome
Artista: Luciano Figueiredo
Curadoria: Luiz Chrysóstomo
Abertura: 5 de maio de 2026, às 19h
Local: Anita Schwartz Galeria de Arte — Gávea, Rio de Janeiro
Ação do programa Mar de Oportunidades ensina crianças sobre descarte correto de resíduos com o jogo “Caminho do Lixo”
O Projeto Grael realizou, nesta quinta-feira (30), uma ação ambiental na Creche Comunitária Professor Geraldo Cavalcante de Albuquerque (APADA), no bairro São Domingos, em Niterói. A iniciativa atendeu crianças de 4 a 6 anos com a atividade lúdica “Caminho do Lixo”, que tem como objetivo conscientizar e ensinar, de forma leve e interativa, sobre o descarte correto de resíduos e seu impacto nos ambientes marinhos.
Durante a atividade, as crianças percorrem um tapete que simula uma cidade e, em equipes, vivenciam o cuidado com o lixo, da coleta ao descarte correto, além de identificar resíduos que chegam à baía de Guanabara. Ao final, participam de um mutirão simbólico de limpeza, reforçando o aprendizado sobre os impactos nos ambientes aquáticos.
A ação integra o programa Mar de Oportunidades, que conta com o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Socioambiental da companhia. A proposta é ampliar o acesso à educação ambiental desde a primeira infância, estimulando a construção de hábitos mais conscientes no dia a dia.
Segundo Monalisa Oliveira, coordenadora ambiental do Projeto Grael, a iniciativa reforça o papel da educação na formação cidadã. “A gente acredita que a conscientização ambiental começa cedo. Quando a criança aprende brincando, ela leva esse conhecimento para casa e influencia também a família. É uma forma de multiplicar esse cuidado com o meio ambiente”, destaca.
A coordenação ambiental é um dos pilares do Projeto Grael e atua diariamente com alunos e jovens inscritos nas atividades da instituição, promovendo ações educativas voltadas à conservação ambiental. Além disso, o projeto também leva essas iniciativas a creches e instituições de municípios como Niterói, São Gonçalo e Maricá.
Instituições interessadas em receber as atividades podem entrar em contato pelo e-mail: comunicacao@projetograel.com.br
Mostra “Além da Fantasia” tem 218 obras originais, entre pinturas e ilustrações, de um dos mais importantes artistas da cultura pop. Uma sala imersiva proporcionará experiência sensorial para o público
Chegou ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro a maior exposição da carreira do artista japonês Yoshitaka Amano, um dos grandes ícones da cultura pop mundial. Com 218 obras originais, incluindo trabalhos inéditos, a mostra “Yoshitaka Amano – Além da Fantasia” apresenta pinturas e ilustrações de um dos mais celebrados artistas da atualidade. Com curadoria e idealização de Antonio Curti, a mostra ocupa todas as salas do segundo andar do CCBB RJ e incluirá um espaço imersivo, que completará a experiência do público por meio da tecnologia. Esta será uma oportunidade para o público ver de perto a obra deste aclamado artista. “Os visitantes poderão conhecer obras nunca exibidas, incluindo grandes peças em alumínio – algo que só pode ser plenamente apreciado ao ver o trabalho original, pessoalmente”, afirma o artista, que está muito animado com a exposição. “Fico verdadeiramente feliz em ver uma nova mostra sendo realizada no Brasil, depois da exposição em São Paulo, em 2024. É uma honra ter essa oportunidade, especialmente com o projeto se expandindo de maneira tão significativa. Estou ansioso por isso”.
Dividida em sete núcleos temáticos – Tatsunoko, Final Fantasy, Candy Girl, Devaloka, Vampire Hunter D, Angel’s Egg e Colaborações – a mostra revela as múltiplas facetas do trabalho de Yoshitaka Amano.
“Yoshitaka Amano é uma lenda tanto no mundo da arte quanto no universo geek”, afirma o curador Antonio Curti. A exposição irá surpreender tanto quem acompanha o trabalho do artista, quanto quem nunca teve contato com a sua obra. “Para quem já conhece Amano, a mostra aprofunda o entendimento de sua trajetória e revela obras raras, processos e nuances que poucos tiveram a oportunidade de ver de perto. Para quem chega a ele pela primeira vez, é uma porta de entrada para um universo visual absolutamente singular, onde cada linha, cor e movimento carregam uma poética própria. A ideia é que todos, fãs ou iniciantes, encontrem aqui uma experiência que os conecte com a sensibilidade e a imaginação extraordinária desse artista”, afirma Curti.
A trajetória de Yoshitaka Amano começou na Tatsunoko, estúdio responsável por marcos da animação japonesa, mas foi com Final Fantasy que Amano marcou seu lugar na história. Ao criar o design de personagens, a identidade visual e o espírito estético da franquia de games, ele estabeleceu a base que moldou não apenas uma das séries de videogame mais conhecidas do mundo, mas também o imaginário de gerações de jogadores e artistas.
“Amano é um dos precursores em levar para os games o apuro estético de um verdadeiro artista visual. É um mercado que hoje movimenta um investimento bilionário mundo afora e um campo profissional em contínua ascensão, que atrai milhares de pessoas. Mas para além de proporcionar uma experiência única para uma legião de fãs e conhecedores de jogos, o nosso objetivo com a realização dessa exposição é nos conectar com diversos públicos e ampliar a percepção desse universo como espaço de arte, esporte e cultura”, afirma Sueli Voltarelli, Gerente Geral do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.
O trabalho de Amano une o mitológico, o fantástico e o surreal em uma estética que combina tradição japonesa com ecos do art nouveau, surrealismo e pop arte. “Suas criações habitam um espaço onírico onde natureza, tecnologia e fantasia se encontram, refletindo uma visão de mundo que dialoga com o passado e aponta para o futuro”, destaca o curador.
Entre as atmosferas góticas de Vampire Hunter D, a leveza estilizada de séries como Candy Girl e colaborações com personagens icônicos como Batman, Superman e Sandman, além de projetos para a DC Comics e para a Vogue Itália, sua versatilidade comprova a rara capacidade de transitar entre mundos sem perder identidade.
Para Fabricio Reis, diretor comercial e de produtos da BB Asset, apoiar a exposição é parte do compromisso da gestora para a promoção da arte e da cultura. “Nossa missão vai além da gestão de ativos, que é o nosso core business. Como líderes do setor, entendemos que temos o compromisso de contribuir para uma sociedade mais conectada ao conhecimento, justa e inclusiva. Por isso, apoiamos iniciativas que ampliam o acesso à arte, estimulam reflexões e proporcionam vivências enriquecedoras”.
Apresentada pelo Ministério da Cultura e com patrocínio da BB Asset por meio da Lei Rouanet, a exposição chega ao CCBB RJ após grande sucesso no CCBB BH, onde alcançou a marca de 118 mil visitantes. Após a temporada carioca, até 22 de junho de 2026, a mostra seguirá para o CCBB Brasília (DF).
NÚCLEOS TEMÁTICOS
A mostra estará dividida em sete núcleos temáticos:
Candy Girl
Neste núcleo serão apresentadas pinturas da série Candy Girl, em sua maioria feitas com tinta automotiva sobre painel de alumínio. Iniciada nos anos 2000, mistura fantasia, arte pop e surrealismo. As obras usam cores vibrantes e saturadas capazes de refletir a capacidade do artista de explorar temas de inocência, feminilidade e a complexidade do crescimento em um mundo imaginário. Além de reverenciar suas origens, ele traz influências da pop art, como Hello Kitty e Betty Boop, e segue os passos de artistas pop americanos como Andy Warhol e Roy Lichtenstein.
Tatsunoko
Em 1967, Amano encontrou na Tatsunoko Production o laboratório ideal para seu florescimento. Com apenas 15 anos, passou pelo treinamento e certificação do estúdio onde permaneceu até 1982. Nesse período, colaborou em produções que marcaram gerações, como Speed Racer, Gatchaman e Tekkaman: The Space Knight. Seu talento rapidamente chamou a atenção do fundador, Tatsuo Yoshida, que o promoveu de animador a character designer, uma função inédita à época, que unia arte e narrativa visual. Foi nesse período que Amano desenvolveu sua linguagem: personagens de traços longos e etéreos, mundos vibrantes e trágicos, uma estética que unia o design gráfico japonês às formas da arte ocidental.
Neste núcleo, portanto, estão as obras mais antigas da exposição, do início da trajetória de Amano. Os trabalhos possuem várias técnicas, que vão desde desenho sobre papel até pinturas em painéis de alumínio. Esse é o único núcleo que possui células de animação – folhas transparentes de acetato utilizadas na animação tradicional, onde personagens e objetos em movimento são desenhados e pintados à mão. Essas camadas transparentes são sobrepostas a um fundo fixo e fotografadas quadro a quadro para criar a ilusão de movimento, técnica padrão antes da era digital.
Angel’s Egg
Entre 1982 e 1986, Amano mergulha em uma fase experimental que culmina no filme Tenshi no Tamago (Angel’s Egg), criado em parceria com o visionário Mamoru Oshii (Ghost in the Shell). Ambos já tinham trabalhado juntos na Tatsunoko em algumas versões dos filmes de Lupin III que nunca viram a luz do dia. A animação, quase sem diálogos, é uma meditação sobre fé, solidão e criação, e foi relançada recentemente. Cada cena é uma pintura em movimento: uma arquitetura gótica submersa em penumbra, figuras frágeis e luminosas que caminham em um mundo sem tempo.
Nesse núcleo haverá obras do início da carreira do artista, datadas de 1985. São desenhos com tinta acrílica sobre papel e sobre tela, que deram origem ao filme, que consolidou Amano como um poeta visual, alguém que não precisa de palavras para narrar. É, talvez, sua obra mais espiritual, um sonho desenhado em luz.
Devaloka
Obras em grandes dimensões fazem parte deste núcleo, incluindo painéis de alumínio pintados com tinta automotiva e desenhos sobre papel. A única obra tridimensional feita pelo artista também estará neste núcleo: uma pintura políptica feita sobre um biombo japonês. Em Devaloka, palavra sânscrita para “mundo dos deuses”, Amano dá forma ao seu próprio cosmos. Cores incandescentes, figuras aladas, templos imaginários e constelações de ouro se misturam em um cenário que parece flutuar entre o físico e o espiritual. Cada pintura é um portal para o divino: deuses, anjos, espíritos e entidades híbridas habitam esse universo onde o tempo se dissolve. Devaloka é mais do que uma série de obras, é uma cosmogonia pessoal. Amano se torna, aqui, não apenas um artista, mas um criador de mundos, reinventando o mito à sua própria imagem. Essa fase sintetiza tudo o que o define: a fusão entre técnica e transcendência, tradição e futuro, corpo e sonho.
Final Fantasy
Esse será o maior núcleo da exposição, com pinturas e desenhos cobrindo os 16 jogos de Final Fantasy, bem como artes originais inspiradas nos jogos. A obra Monster será exposta pela primeira vez.
Desde 1987, Amano é o arquiteto visual de Final Fantasy, franquia que revolucionou os videogames e redefiniu o conceito de fantasia moderna. Seu traço deu forma a heróis e heroínas eternos, criaturas etéreas e mundos inteiros, criando uma mitologia contemporânea que une poesia visual e tecnologia. Seu estilo distintivo, caracterizado por linhas fluidas, cores vibrantes e uma fusão de elementos fantásticos com a tradição japonesa, ajudou a criar um visual icônico que se tornou sinônimo da franquia. Ele trouxe para os jogos um senso de grandeza e melancolia raramente visto no gênero, elevando o jogo ao status de obra de arte.
Vampire Hunter D
Esse núcleo possui artes originais do anime Vampire Hunter D, incluindo cinco obras que serão expostas pela primeira vez. No sombrio universo de Vampire Hunter D, Amano se une ao escritor Hideyuki Kikuchi para criar um épico gótico que mistura ficção científica, horror e poesia trágica. Suas ilustrações capturam o silêncio e a elegância do protagonista, um vampiro solitário que caça sua própria espécie, com uma beleza melancólica e enigmática. A estética de Amano para Vampire Hunter D é cinematográfica: sombras densas, detalhes barrocos e contrastes sutis entre o grotesco e o sublime. Essa colaboração consolidou Amano como um dos maiores ilustradores do gênero fantástico. Sua arte deu à série uma dimensão mítica, transformando-a em referência estética para toda uma geração de artistas e diretores de animação.
Colaborações
De Sandman, de Neil Gaiman, à Vogue Itália, passando por Magic: The Gathering, DC Comics e outras parcerias internacionais, Amano expande continuamente suas fronteiras criativas. Sua arte habita tanto galerias quanto revistas, capas de livros, cartas colecionáveis e universos digitais, sempre com a mesma assinatura etérea e inconfundível. Para Sandman: Dream Hunters, Amano criou imagens que capturam o tom onírico e sombrio da narrativa de Gaiman, transformando o quadrinho em um conto visual de rara delicadeza. Na DC Comics, reinterpretou ícones como Batman e Mulher-Gato sob a ótica de um artista japonês que enxerga o herói como arquétipo mitológico. Sua colaboração com Magic: The Gathering trouxe novas dimensões visuais ao jogo, enquanto sua participação na campanha histórica da Vogue Itália em 2020 marcou a primeira edição da revista sem modelos, substituídas por ilustrações que redefiniram o conceito de beleza feminina.
Esse núcleo contém desenhos, pinturas e objetos, como revistas em quadrinhos e cartas de jogos, que foram ilustrados por Amano para diferentes empresas.
EXPERIÊNCIA IMERSIVA
Como parte da exposição, uma sala imersiva, desenvolvida em parceria com a AYA Studio, convidará o visitante a adentrar a obra de Amano por meio da tecnologia. Treze obras da série Devaloka foram escolhidas para dar vida à imersão. Neste trabalho, Amano sintetiza todas as suas influências artísticas em uma mitologia pessoal, onde referências orientais e ocidentais convergem.
“Cores incandescentes aplicadas sobre painéis de alumínio com tinta automotiva metálica, figuras aladas, deuses e demônios, criaturas psicodélicas e elementos de ficção científica compõem um universo onde o tempo se dissolve entre o material e o espiritual”, conta Felipe Sztutman, diretor executivo da exposição. O desafio, segundo ele, não era animar, mas revelar o que já existe latente nessas obras: ondas que se expandem, serpentes que circulam, personagens que respiram. “Essa experiência partiu de um estudo técnico sobre como expandir as ilustrações além do suporte bidimensional. Cada imagem foi digitalizada, recortada, separada em camadas e transformada em movimento, sempre respeitando a fluidez do traço original e a intensidade poética que o caracteriza”, ressalta Sztutman.
SOBRE O ARTISTA
Yoshitaka Amano, que vive hoje em Tóquio, nasceu em 1952, na província de Shizuoka, aos pés do Monte Fuji, no Japão. Criado em uma família modesta, era o mais novo de quatro irmãos. Seu pai, Yoshio Amano, era artesão e dominava as técnicas tradicionais de laca em madeira, um ofício que utiliza pigmentos intensos de preto, vermelho e dourado, cores que se tornaram uma marca essencial na obra do artista.
Desde a infância, Amano é fascinado por histórias e personagens. Passava horas copiando as criações de Osamu Tezuka, o lendário autor de Astro Boy e pioneiro do mangá moderno. Em 1967, aos 15 anos, passa por um treinamento e certificação ao ingressar na Tatsunoko Production, um dos estúdios mais inovadores do Japão. Lá, iniciou uma trajetória que o transformaria em um dos artistas mais influentes do universo pop, quadrinhos e games da atualidade.
SOBRE O CCBB RJ
Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 35 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.
SOBRE A BB ASSET
A BB Asset, empresa do Banco do Brasil, é responsável pela gestão de mais de 1200 fundos de investimento para 2 milhões de pessoas que buscam realizar seus sonhos. Líder nacional no setor de fundos de investimento, detém aproximadamente 19% do mercado e administra um patrimônio líquido de cerca de R$ 1,8 trilhão*. Além disso, é reconhecida pela qualidade de sua gestão com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Rating e Moody’s. Nossas soluções de investimento estão disponíveis para atender a ampla variedade de objetivos de nossos clientes. Como líder de mercado, entendemos nossa responsabilidade na atuação em prol dos desenvolvimentos ambiental, social, de governança corporativa e cultural. Com o objetivo de agregar valor à sociedade, a BB Asset patrocina iniciativas como a exposição “Além da Fantasia”. Porque, além de gerir ativos financeiros, investir em arte e cultura – para a maior gestora de fundos do Brasil – também é melhorar a vida das pessoas! E esse é o nosso propósito! BB Asset: invista com quem é líder.
*Dados do ranking da ANBIMA de outubro de 2025.
Serviço “Yoshitaka Amano – Além da Fantasia”
22 de abril a 22 de junho de 2026
Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (2º andar)
Quarta a segunda, das 9h às 20h. Fechado às terças-feiras.
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita
Ingressos disponíveis na bilheteria física ou pelo site do CCBB – bb.com.br/cultura.
Realização: Ministério da Cultura e Centro Cultural Banco do Brasil
Patrocínio: BB Asset
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro (RJ)
Oitava edição do evento promove inclusão e qualidade de vida com percursos para todos os perfis
Os atletas interessados em participar da 8ª edição da Meia Maratona de Niterói precisam correr contra o tempo: as inscrições terminam na próxima segunda-feira (4 de maio), com número limitado de vagas. A prova acontece no dia 10 de maio (domingo) e se consolida como um dos eventos mais inclusivos do calendário da cidade, reunindo desde corredores experientes até iniciantes e famílias em busca de qualidade de vida.
Com largada no Caminho Niemeyer, a tradicional prova contará com percursos para todos os perfis de participantes: 21 km, 12 km, 6 km, além da caminhada de 2,5 km e a modalidade Kids, promovendo inclusão e incentivo à prática esportiva em todas as idades.
A Meia Maratona de Niterói é organizada pela 3A Eventos, e conta com o apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), reforçando o compromisso da cidade com o estímulo ao esporte e à qualidade de vida.
“A Meia Maratona de Niterói é um convite para que todos participem, independentemente do nível. Nosso objetivo é incentivar a prática esportiva, promover saúde e mostrar que o esporte é para todos”, destaca o secretário de Esporte e Lazer de Niterói, Luiz Carlos Gallo.
As inscrições podem ser feitas pelo link https://www.ticketsports.com.br
Capacita Empreendedor Niterói oferece orientação, capacitação e serviços para fortalecer pequenos negócios
A Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Revitalização do Centro (SEDEN), vai realizar mais uma edição do projeto Capacita Empreendedor Niterói, programa de apoio a micro e pequenos empreendedores da cidade. O evento vai acontecer no Horto do Barreto nos dias 5, 6 e 7 de maio, das 10h às 16h30. O atendimento é gratuito e não é necessário agendamento prévio. Basta comparecer ao local durante o horário de funcionamento.
A ação tem como objetivo apoiar empreendedores que já possuem um negócio e também quem deseja começar a empreender, oferecendo orientação prática, gratuita e acessível para fortalecer pequenos negócios e incentivar a geração de renda no município.
Durante os três dias de atendimento, a população terá acesso a diversos serviços gratuitos, incluindo o Programa Niterói Empreendedora, que oferece financiamento para empresas, além de abertura e regularização de MEI, alteração de dados cadastrais e declaração de faturamento. Também serão disponibilizadas oportunidades de capacitação profissional, balcão de emprego, emissão de alvarás, orientação sobre Nota Fiscal Eletrônica, serviços de parcelamento e orientações fiscais.
O projeto visa facilitar o acesso dos empreendedores a informações importantes sobre gestão, formalização e organização financeira, contribuindo para o crescimento sustentável dos negócios locais.
Serviço: Capacita Empreendedor Niterói
Data: 05, 06 e 07 de maio
Hora: 10h às 16h30
Local: Horto do Barreto – Rua Presidente Craveiro Lopes, 98 – Barreto
Atendimento Gratuito
Em 2026, um dos álbuns mais icônicos e provocadores da música brasileira completa 40 anos. Cabeça Dinossauro, lançado pelos Titãs em 1986, transformou a banda e o próprio rock nacional ao romper padrões, desafiar o conservadorismo e traduzir, em som e fúria, o espírito de um país em transição. O Brasil tentava reaprender o significado de liberdade depois de duas décadas de censura e autoritarismo, e o álbum virou o retrato cru de uma geração inconformada. Quatro décadas depois, em um país novamente atravessado por polarização e intolerância, o grito de Cabeça Dinossauro volta a soar necessário e atual. É essa força de expressão — de resistir, de questionar e de pensar o presente — que os Titãs Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto pretendem reacender com a turnê “Titãs – Cabeça Dinossauro 40 anos”, que tem estreia marcada para 28 de março de 2026, no Espaço Unimed, em São Paulo, em uma realização da 30e, maior companhia de entretenimento ao vivo do país, e apresentado pelo Itaú. A tour também tem passagem confirmada por: Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Curitiba.
“Cabeça Dinossauro marcou a nossa carreira e a história do rock nacional, não há como negar. Inventamos ali o nosso vocabulário – riffs fortes, vocais gritados, letras sintéticas e precisas, etc. Isso, somado à temática das canções, deixou uma marca profunda na nossa trajetória”, conta Sérgio Britto. Tony Bellotto comemora o acontecimento. “É emocionante celebrar um álbum que permanece atual depois de 40 anos”. “Cabeça Dinossauro, Pança de Mamute, Espírito de Porco’. Dessa pequena e poderosa letra composta em 1986 nasceu o título de um dos álbuns mais lembrados e celebrados da nossa história. Cabeça Dinossauro está fazendo 40 anos e é com imenso prazer que comemoraremos com nosso público essa data tão especial”, completa Branco Mello.
Lançado em meio ao processo de redemocratização do Brasil, Cabeça Dinossauro foi um divisor de águas. O país tentava se reencontrar após duas décadas de ditadura, enfrentando uma crise econômica e social profunda. Em um cenário em que a democracia ainda era uma promessa frágil, os Titãs lançaram um álbum que abordava censura, fé, violência e poder com uma crueza inédita. Com faixas como “Polícia”, “Igreja”, “Bichos Escrotos” e “AAUU”, a banda confrontou a hipocrisia e o autoritarismo de uma sociedade em busca de identidade. Produzido por Liminha, Vitor Farias e Pena Schmidt, o trabalho se destacou pelo som agressivo, pela estética minimalista e pelas letras que ecoavam o grito de uma juventude que queria ser ouvida.
A recepção da crítica foi explosiva. Cabeça Dinossauro foi descrito como “violento”, “áspero” e “revolucionário” por jornais e revistas da época. Adjetivos que, longe de reduzir sua potência, o consagraram como um marco da cultura nacional. Décadas depois, o álbum figura em praticamente todas as listas dos maiores álbuns da história do rock brasileiro e permanece atual em sua mensagem de inconformismo.
“Construímos um forte vínculo com todos os músicos durante a turnê Titãs Encontro, que revolucionou o mercado de entretenimento ao vivo no Brasil. E não poderíamos deixar passar um marco tão importante da música brasileira: as quatro décadas do álbum Cabeça Dinossauro. Foi então que nos reunimos com os Titãs Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto para pensar em uma celebração à altura do álbum”, afirma Alexandre Wesley, VP Global Music Promoter da 30e.
“Celebrar os 40 anos de Cabeça Dinossauro é reconhecer um dos discos mais transformadores da história da música brasileira e o legado dos Titãs como uma banda que deu voz a diferentes gerações. Estar presente nesse momento reforça a forma como o Itaú se relaciona com a música ao longo de seus 100 anos: não como um espectador, mas como um agente que atua na construção de acesso e de facilidades, viabilizando experiências e encontros que ficam na memória. A pré-venda exclusiva e as condições especiais para nossos clientes fazem parte desse papel de facilitador de jornada, sempre com o objetivo de gerar principalidade e estar ao lado das pessoas nos momentos que ajudam a contar a história do Brasil”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e
Conexões de Marcas do Itaú – O espetáculo terá direção de Otávio Juliano, profissional renomado que também assinou o show do Titãs Encontro e trabalhou com nomes importantes da música brasileira, entre eles Caetano Veloso e Maria Bethânia.
TITÃS – CABEÇA DINOSSAURO 40 ANOS RJ
Sábado – 9 de Maio
Show às 21h
Casa abre às 19h
QUALISTAGE
Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ
A partir de R$ 97,50
Venda: https://www.eventim.com.br/event/titas-cabeca-dinossauro-40-anos-qualistage-21101492/
Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ /
De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h – Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.
Classificação: 16 anos
Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentada
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz de volta ao palco principal, o balé La Fille Mal Gardée, um dos títulos mais tradicionais do repertório clássico. A obra que ficou 20 anos fora da programação do Ballet e da Orquestra da casa, teve nova montagem apresentada em 2024, e agora, com o Patrocínio Oficial Petrobras, chega em mais uma temporada com dois atos, no mês de maio. A concepção e coreografia é de Ricardo Alfonso. A regência de Jésus Figueiredo, com supervisão artística de Hélio Bejani e Jorge Teixeira. As récitas serão nos dias 13/5 (Ensaio Geral), 14 (estreia), 15, 16, 20, 21 22 e 23, às 19h | 17 e 24, às 17h | 19, às 14h (Projeto Escola). Os ingressos estarão disponíveis a partir do dia 4 de maio (3º lote), através do site theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.
Criado no século XVIII, o balé estreou em julho de 1789 no Grand Théâtre de Bordeaux. Desde então, a obra vem sendo remontada por diferentes gerações de coreógrafos. Um dos principais nomes a revisitar o título foi Marius Petipa, que apresentou sua versão em 1885, em São Petersburgo. Ao longo do século XX, novas montagens mantiveram o balé em circulação nos principais palcos internacionais.
“La Fille Mal Gardée é um ballet de repertório que encanta a todos. Unindo o clássico com o cômico, está entre os mais pedidos pelo nosso público e por isso está de volta na temporada de 2026, que tem o patrocínio oficial da Petrobras. Não perca a oportunidade de assistir ao Corpo de Baile e a Orquestra Sinfônica do TMRJ. Esperamos você!”, ressalta a Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Clara Paulino.
“La Fille Mal Gardée é uma obra atemporal do repertório clássico mundial, que continua a encantar plateias de todas as idades ao redor do mundo. Com coreografias vibrantes e personagens cativantes, esta versão do coreógrafo uruguaio Ricardo Alfonso, vem proporcionar aos nossos bailarinos a oportunidade de evidenciar o papel primordial da expressão facial, para além da gestualidade, na comunicação das diferentes emoções dos personagens e enfatizar a interpretação como ferramenta principal para fazer o público compreender a história e comover-se com ela”, afirma Hélio Bejani, Diretor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
“É uma grande honra fazer a direção musical e a regência deste balé, ao lado da Orquestra Sinfônica e do Balé do Theatro Municipal. A partitura de La Fille Mal Gardée tem uma história musical muito curiosa: nasceu no século XVIII como uma colagem de diferentes músicas e, ao longo do tempo, foi sendo retrabalhada por vários compositores até chegar à forma que conhecemos hoje. Essa trajetória dá à ela uma leveza e um frescor muito próprios, sempre a serviço da cena, e que continua conquistando o público”, destaca o maestro Jésus Figueiredo.
Sinopse:
Ato 1 – Narra o romance de Lisa, filha de Simone, uma rica proprietária de uma fazenda, com um camponês chamado Colas. Este é despedido, pois Simone pretende casar sua filha com Alan, filho do rico Thomas. Em um encontro em pleno campo para reunir o gado, todos os personagens se definem. Lisa e Colas declaram seu grande amor. Alan brinca infantilmente e a viúva namora Tomás. Tudo é interrompido por uma tempestade.
Ato 2 – A viúva continua preparando Lisa para o casamento e a filha finge consentir para afastar a desconfiança da mãe. Chegam Tomás, a mãe Simone e Alana no momento em que Lisa está experimentando o vestido de noiva. Enquanto os três tratam do casamento, a viúva entrega a chave do quarto de Lisa para Alan. Quando ele abre a porta do quarto, encontra Lisa nos braços de Colas, mas o destino premia os dois jovens que finalmente se casam com as bênçãos da mãe, a ira do velho Tomás e a indiferença infantil de Alan.
Sobre Jésus Figueiredo
Maestro Jésus Figueiredo é mestre pela Haute École de Musique de Genève (Suíça), com especialização em música antiga, regência, órgão e cravo. Atualmente é maestro colaborador da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde atua na preparação de óperas, concertos e regência de balés.
Foi maestro titular do Coro do Theatro Municipal por vários anos, participando de inúmeras produções operísticas. Entre as óperas que regeu destacam-se Orfeo (Monteverdi), Dido and Aeneas (Purcell), O Chalaça (Mignone), La Serva Padrona (Pergolesi), L’elisir d’amore (Donizetti), La tragédie de Carmen (Bizet/Brook), Theodora (Handel) e Rei Arthur (Purcell). Recebeu o Prêmio APCA pela preparação do coro em Don Quixote, de Massenet, O Colombo e Lo Schiavo, de Carlos Gomes, e esta última com destaque internacional pela crítica especializada.
Na regência de balés, conduziu títulos como O Quebra-Nozes, Don Quixote, O Corário, Giselle, Les Sylphides, Copélia, Raymonda, Le Spectre de la Rose e Catulli Carmina, com companhias como o Balé do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil e a Cia Brasileira de Balé. Em 2022, regeu a estreia mundial do balé Macunaíma, de Ronaldo Miranda, transmitido pela TV Brasil.
Vencedor do Concurso Nacional de Ópera de San Juan (Argentina, 2010), já regeu diversas orquestras no Brasil, Argentina e Suíça. Desde 2022, dirige o Ensemble Gravidades, com o qual vem divulgando repertórios barrocos e brasileiros na Europa. É também diretor musical da Associação de Canto Coral.
Sobre Ricardo Alfonso
Formado pela Escola Nacional de Dança de Montevidéu, Uruguai, em 1986 ingressou no Corpo de Dança SODRE de Montevidéu, Uruguai, onde participou de todos os trabalhos por ela apresentados, como Giselle, Lago dos Cisnes, Coppélia, Baile de Graduados, Interpley, Mozartíssimo, As Quatro Estações, Carmina Burana, Dom Quixote, Gayané, etc.
Para o Ballet Hoy, dirigido por Ines Camou, Alfonso cria as suas primeiras coreografias profissionais. Com a Sociedade Uruguaia Pró-Ópera e Ballet Hoy, Alfonso intervém na encenação de Maria de Buenos Aires (Piazzolla-Ferrer) como assistente de direção cênica e coreógrafo e interpretando um dos personagens principais (El Gato); em Evita como dançarino e coreógrafo, e em Jesus Christ Superstar como dançarino.
Em 1994, juntamente com o Ballet Hoy, apresentou Sonata (Bach) e Entre Azul y Verdi (G.Verdi), obra que passou a fazer parte do repertório do Ballet SODRE.
O jornal EL País de Montevidéu considera a sua obra Entre Azul y Verdi como uma das “melhores obras coreográficas dos últimos tempos”, considerando Alfonso a “revelação coreográfica do ano”.
No Brasil, ele trabalha ao lado de Maria Waleska Van Helden, participando de diversas edições do Dança Alegre Alegrete, prestigiado evento brasileiro de dança. Em Santa Fé, junto com outros profissionais, fundou a TAIARTE, assumindo a direção de seu próprio grupo, o Ballet Contemporâneo de Santa Fé, para o qual criou Opus 3, Solo Vivaldi, Aires y Danzas Antiguas, Brahms para 10 bailarinos, Estrofas al Viento, entre outros.
No Ballet del Sur, sob a direção de Violeta Janeiro, Alfonso é professor e coreógrafo onde encena obras como: Entre Azul y Verdi, Canon, Sonata, Opus 64, Acto de las Sombras de Bayadere, Gayané e La Fille Mal Gardée. Juntamente com o Prof. Edgardo Blumberg, realiza Seminários de História da Dança e da Música para a Dança, desde a Antiguidade até o Século XIX, no Instituto Superior de Música, da Faculdade de Letras e Ciências da Universidade Nacional do Litoral. De 2010 a 2021 foi Diretor Principal do Ballet del Sur de Bahia Blanca. Obras que apresentou: Dom Quixote, Carmina Burana, Lago dos Cisnes, La Fille Mal Gardée, Cinderela, Giselle, La Sylphide, Las Silfides, Gayane, Cantares, Adaggietto, Tangos en Gris, Carnaval dos Animais, Ato das Sombras de La Bayadere, Retrato in memoriam: Edith Piaf, Mozartissimo, As 4 Estações, Opus 64, Entre Azul e Verdi, Concerto, Opus 3, Stabat Mater, Ares e Danças Antigas, Estâncias ao Vento, Sempre Buenos Aires, Memórias de um Lugar Amado , Suíte Napoli, Suíte Raymonda, On Target, Rodeio, A Visita de Terpsicore, Pas de Deux de Sylvia, Pas de Deux de Tchaikovsky, La Source Pas de Deux, A Morte do Cisne. Passeios a Buenos Aires (Gala Internacional de Buenos Aires, La Sylphide com Ludmila Pagliero), A Frutillar, Chile (Giselle com Marianela Nuñez, La Sylphide com Ludmila Pagliero), Dança Alegre Alegrete, Brasil, Guamini, Necochea, Mar del Silver com Iñaki Urlezaga em sua despedida do palco. Rodolfo Lastra Belgrano, Oscar Araiz, Domingo Vera, Liliana Belfiore, Sabrina Streiff, Gigi Caciuleanu são alguns dos coreógrafos convidados durante sua gestão. Em 2015, Alfonso foi o vencedor do Prêmio Máscara concedido pela Prefeitura de Santa Fé em reconhecimento à sua carreira. Em 2016 foi jurado do Prêmio Escenário do jornal UNO, de Santa Fé e de 2017 até o momento, jurado do Bahia Blanca do “Prêmio Federal Hugo”. Em 2019, o Ballet del Sur recebeu a Menção ao Mérito dos Prêmios Konex por estar entre as cinco melhores companhias da Argentina nos últimos 10 anos, período que coincide com a gestão de Alfonso como Diretor Principal. Em 2023, apresentou sua versão de La Fille Mal Gardée no Ballet Nacional SODRE, em Montevidéu, Uruguai. Desde dezembro deste ano é Coordenador do Teatro Municipal e Produção Artística 1º de Mayo da cidade de Santa Fé, Argentina.
Datas elenco:
Dias 14/5 (estreia), 16 e 21
Juliana Valadão e Cícero Gomes
Dias 13/5 (geral), 17 e 23
Marcela Borges e Alyson Trindade
Dias 15/5, 20 e 24
Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
Dias 19/5 (Projeto Escola) e 22/5
Tabata Salles e Owdrin Kaew
Ficha Técnica:
Concepção e Coreografia: Ricardo Alfonso
Supervisão Artística: Hélio Bejani e Jorge Texeira
Coordenação de Remontagem: Jorge Texeira
Ensaiadores: Jorge Texeira, Mônica Barbosa, Celeste Lima e Filipe Moreira
Cenografia: Manoel dos Santos
Figurinos: Tania Agra
Iluminação: Paulo Ornellas
Regente: Jésus Figueiredo
Design Gráfico: Carla Marins
Direção Geral: Hélio Bejani
Direção Artística Temporada 2026: Eric Herrero
Presidente FTM: Clara Paulino
Serviço:
La Fille Mal Gardée
Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Dias: 13/5, às 19h (Ensaio Geral) | 14 (estreia), 15, 16, 20, 21 22 e 23/5, às 19h | 17 e 24/5, às 17h | 19/5, às 14h (Projeto Escola)
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/n° – Centro
Duração: 1h45 + intervalo
1º ato – 50 min
2º ato – 35 min
Ingressos:
Frisas e Camarotes – R$90,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$80,00
Balcão Superior e Lateral – R$50,00
Galeria Central e Lateral– R$30,00
Ingressos através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.
Palestras gratuitas antes dos espetáculos
Classificação: Livre
Patrocinador Oficial @Petrobras
Onde tem Patrocínio Petrobras, tem Governo do Brasil
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio Paradiso Rio, Amadança
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do Lado do Povo Brasileiro
Projeto reforça a revitalização da região central e contribui para sua transformação em novo polo de desenvolvimento da cidade
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, participou, nesta quinta-feira (30), do lançamento do empreendimento Orla Central, no Caminho Niemeyer. O novo empreendimento no Centro de Niterói reforça os investimentos imobiliários presentes no processo de revitalização urbana da região, com a expectativa de transformar a área em um novo polo de desenvolvimento da cidade.
“Niterói hoje é uma cidade diferenciada no contexto do Rio. Nos últimos anos, fizemos grandes transformações a partir de um planejamento estratégico de longo prazo, algo raro no Brasil. O “Niterói Que Queremos” é um plano consistente, baseado em indicadores e evidências, que nos permite olhar para onde estamos e, principalmente, para onde queremos chegar. É dentro dessa visão que o Centro de Niterói passa por um novo ciclo de desenvolvimento e requalificação urbana. Estamos falando de mais de R$ 4 bilhões em investimentos públicos e R$ 3 bilhões em investimentos privados. Só não vai morar no Centro de Niterói quem não quiser qualidade de vida. Quem quiser viver na lógica da cidade de 15 minutos vai encontrar aqui o melhor lugar dos dois lados da Baía de Guanabara”, destacou o prefeito Rodrigo Neves.
A revitalização do Centro de Niterói, com as ações do programa Reviver Centro, teve início com entregas como o Mercado Municipal, a Casa Norival de Freitas, a Concha Acústica e a nova Praça Arariboia, que já integram o novo desenho urbano da região. A nova fase do projeto avança com um conjunto de intervenções que inclui o retrofit de prédios antigos, o estímulo à moradia e o fortalecimento de equipamentos culturais e espaços públicos, além da requalificação da Avenida Amaral Peixoto, da Rua da Conceição e de outras vias do Centro.
A mobilidade urbana sustentável também se consolida como eixo central do plano, com a implantação do VLT de Niterói, que vai ligar o Centro ao Barreto, e a expansão da malha cicloviária, conectando a Avenida Amaral Peixoto à Alameda São Boaventura. Nos próximos meses, estão previstas novas entregas estruturantes, como a Arena Niterói — primeira arena indoor da região — e o Distrito de Inovação da Cantareira, que vai abrigar o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Computação Quântica da IBM na América Latina.
O Caminho Niemeyer também vai abrigar a Fundação Oscar Niemeyer e o memorial dedicado ao gênio do modernismo brasileiro, que reunirá um acervo com mais de 20 mil itens ligados à sua obra, tombado pela Unesco.
“O que está acontecendo em Niterói não acontece do nada, mas é resultado de um planejamento urbano que vem criando um novo jeito de viver na cidade, especialmente no Centro, com a lógica da cidade de 15 minutos. É um lugar onde é possível morar, se deslocar com facilidade, acessar comércio, cultura e serviços. O diferencial é que esse processo já está em curso: o comércio já existe, a infraestrutura e as ciclovias já estão em funcionamento e os equipamentos urbanos já fazem parte da vida da cidade. Não é uma promessa de transformação, mas uma transformação que já está acontecendo e sendo entregue”, avaliou o presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-RJ), Leonardo Mesquita.
Antes dos shows, representantes da dança abordaram o Projeto de Lei 4.768/2016 que dispõe a regulamentação da profissão
A Prefeitura de São João de Meriti, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, realizou na quarta-feira (29/04), um Festival de Dança para celebrar o Dia Internacional da Dança. O palco da atração foi no Centro Cultural Meritiense, em Jardim Meriti, e contou com 10 apresentações.
Com ritmos do jongo ao ballet, passando por charme, dança afro e dança ministerial, por exemplo, os movimentos foram apresentados por alunos do próprio Centro Cultural e dançarinos de grupos e companhias de dança da cidade, convidados a prestigiar a data.
Antes do festival, houve a composição da mesa do encontro que contou com a participação de representantes e produtores culturais e dançarinos profissionais que contextualizaram a dança no cenário socioeconômico-cultural, abordando os desafios enfrentados para fomentar a expressão artística e as políticas públicas de investimento.
Os participantes também comentaram sobre o avanço na área com o Projeto de Lei 4.768/16, que garante o reconhecimento profissional, regulamentando, desta forma, os direitos trabalhistas para funções como professores, coreógrafos entre outras inerentes à dança.
O subsecretário municipal de Eventos, Waguinho Júnior, destacou o impacto positivo que a dança trás para a cultura no município. “Aqui temos diversidade e isso demonstra os talentos que São João de Meriti tem e nós precisamos cada vez mais incentivar a arte, que tem uma importância gigantesca no fomento cultural meritiense”, observou o subsecretário.
Vozes do palco
Um dos convidados do evento, Anderson Dionísio, solista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, elogiou a iniciativa da Prefeitura e reconheceu o poder transformador da dança, especialmente em ajudar crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade social.
“A dança salva e a dança cura. Já fui professor em projetos sociais e consegui ajudar muitos alunos. E esse evento é muito importante. Pode ser que uma criança, um jovem, ou até um adulto mesmo se interesse e queira se tornar um profissional da dança. E isso é um legado que fica”, expôs Anderson.
Corroborando com Anderson na questão da cura e, também, aluna de dança do Centro Cultural Meritiense, a jovem Isabel Alves, 16 anos, ressaltou o benefício conquistado após se dedicar à dança. “Depois que eu comecei a dançar me sinto melhor. Minha autoestima melhorou muito”, disse Isabel.
Histórico da data
O Dia Internacional da Dança é comemorado anualmente em 29 de abril porque é a data de nascimento de Jean-Georges Novarre, bailarino francês que viveu no século XVIII e que revolucionou a forma de se expressar através da dança ao publicar a obra Cartas Sobre a Dança, já expondo elementos do ballet dos dias de hoje.
A celebração foi instituída em 1982 pelo Comitê Internacional da Dança, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).