AMAERJ sedia exposição com telas do artista plástico baiano Menelaw Sete

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Com 15 telas autorais inspiradas na identidade baiana, a exposição “Bahia em Cores”, do artista Menelaw Sete, foi aberta na noite desta terça-feira (19) no auditório da AMAERJ. Inaugurada pelo autor das obras, a mostra reuniu apreciadores da arte, entre eles magistrados do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A juíza Ana Paula Cabo, vice-presidente do Conselho Deliberativo e Fiscal da AMAERJ, representou a Associação no evento.

Para a magistrada, a iniciativa evidencia o diálogo entre a arte e o Direito. “Ambos lidam com experiências humanas, valores, memórias, expressões e formas de enxergar o mundo. É uma interseção relevante porque mostra que a Justiça e a arte não residem em universos separados, mas o contrário: caminham juntas e devem se encontrar na construção de um significado para a humanidade”, ressaltou.

Gratuita e aberta ao público, a exposição recebe visitantes até o dia 5 de junho. O auditório da AMAERJ fica localizado na Rua Dom Manuel, 29, 1º andar, Centro do Rio.

Menelaw Sete tem trajetória internacional e propõe apresentar, em sua arte, a força das origens, a expressividade da cor e a potência simbólica de sua vivência cultural. Em seu processo de criação, o pintor constrói uma linguagem marcada pela liberdade das formas e pela valorização das referências afro-brasileiras, especialmente da cultura iorubá.

A curadoria das telas é assinada por Jacy Ramos.

“Vik Muniz – A Olho Nu”, maior retrospectiva do artista, chega ampliada ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro

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Depois de ter sido vista por mais de 150 mil pessoas, desde que foi inaugurada em junho de 2025no Instituto Ricardo Brennand, em Recife, de onde seguiu para o Museu de Arte Contemporânea da Bahia, em Salvador, em dezembro de 2025 – realizada então pelo CCBB Salvador – a maior retrospectiva já feita sobre produção de Vik Muniz chega ao CCBB Rio de Janeiro. Com curadoria de Daniel Rangel, que acompanha a trajetória de Vik Muniz desde 1999, a exposição vai ocupar o térreo e o primeiro andar do CCBB Rio de Janeiro com mais de 220 trabalhos, entre fotografias e esculturas, criadas de 1987 até o momento. “Vik Muniz – A Olho Nu” no CCBB Rio está acrescida de aproximadamente 20 trabalhos, dos quais cinco totalmente inéditos, criados pelo artista este ano especialmente para esta mostra

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) recebe a exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”, a maior e mais abrangente retrospectiva do artista Vik Muniz, que ficará em cartaz de 20 de maio a 7 de setembro de 2026. Com curadoria de Daniel Rangel, “Vik Muniz – A Olho Nu” reúne mais de 220 obras, de 43 diferentes séries, entre fotografias e esculturas.

No CCBB Rio de Janeiro, “Vik Muniz – A Olho Nu” terá várias novidades, em relação às etapas anteriores do projeto, com aproximadamente mais vinte trabalhos, entre inéditos, restaurados, recriados em novas versões, e novas edições. A mostra no Rio terá seis novas séries, em relação às cidades anteriores: “Principia” (1997–2002) – interativa –, “Verso” (2008/2012), “Veículos Mnemônicos” (2014/2026), “Museu de Cinzas” (2019/2026), “Colônias” (2014-2016) e “Os Arquivos de Weimar” (2004). Além dos inéditos, muitos desses trabalhos foram raramente exibidos no país.

Será mostrada pela primeira vez no Brasil a escultura “Ferrari Berlinetta” (2014/2026), da série “Veículos Mnemônicos”, vinda da Itália, onde foi produzida em Turim. Com mais de quatro metros de comprimento, e 650 quilos, a obra reproduz, no tamanho de um automóvel real, um carrinho de brinquedo que Vik Muniz tinha na infância. Instalada em frente à bilheteria da instituição, no térreo, a escultura já dará uma pista para o público de um dos eixos centrais da exposição: a transformação de objetos cotidianos e memórias pessoais em experiências monumentais.

Suspensa na Rotunda, estará uma das cinco obras feitas por Vik Muniz este ano, especialmente para esta exposição. Trata-se de “Tropeognathusmesembrinus” (2026), um gigante pterossauro, feito de polímero infundido com cinzas do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, devastado por um incêndio em 2018, fato que mobilizou Vik Muniz para o levantamento de recursos para sua reconstrução. Da série “Museu de Cinzas”, a escultura, totalmente inédita, vai “pairar” no ar, com seus 8,20 metros de envergadura, calculada de uma ponta à outra das asas, e 2,55 metros de comprimento, e poderá ser vista também por cima a partir do segundo andar. Cobrindo o chão da Rotunda, estará um tapete redondo com dez metros de diâmetro, estampado com a imagem da famosa obra do artista “Medusa Marinara” (1997), em que o mito greco-romano foi desenhado com molho de tomate. A obra original “Medusa Marinara”, impressão em jato de tinta em papel archival, com 1,70 metro de diâmetro, integra a exposição no primeiro andar.

OUTROS DESTAQUES
Integram também “Vik Muniz – A Olho Nu”no CCBB Rio de Janeiro, da série “Relicário”, as obras “Herói”,um conjunto com dez esculturas em mármore escuro, que se assemelham a pinos de boliche, “Dardos”, em impressão em jatode tinta em papel archival e dardos; e “O segredo”, escultura em técnica mista, na forma de um sino. A série “Relicário” marca um ponto de inflexão na trajetória de Vik Muniz, e é reconhecida pelo próprio artista como um marco em sua produção: foi a partir dela que a compreensão do objeto como imagem se consolidou. O interesse do artista pela fotografia surgiu durante o processo de documentação das esculturas desta série. Nela, as obras exploram intencionalmente a ambiguidade das matérias-primas: o público tem suas expectativas subvertidas, ao se deparar com objetos reconhecíveis produzidos com materiais inesperados. Essa relação paradoxal entre escultura e matéria confere às esculturas um forte caráter irônico e crítico.

É destaque ainda “Família”, da série “Álbum”, um retrato de Vik Muniz na infância, junto de seus pais.

Para esta mostra no CCBB Rio de Janeiro foram restauradas as esculturas em bronze “Nuvem nuvem 1” e “Nuvem 2”, da série “Primeiros Trabalhos”, ambas de 1997, e a escultura “A coisa” (1989), série “Relicário”, em técnica mista.

O artista recriou seis esculturas, a partir de seus originais: “Pódio de balanço” (1988/2026), “⁠Museu de pássaros (1990/2026), “Ética quântica (Infância)”, (1989/2026), e “⁠Flying Dutchman” (1991/2026), da série “Primeiros Trabalhos”; “⁠O grande livro” (1990/2026) e “⁠Mala de mármore (2010/2026), da série “Relicário”.

Dois outros trabalhos que entraram na exposição foram as esculturas “Capacete” (1989/2026) e “Fotografia histórica”, novas edições, 1989/2026, da série “Primeiros Trabalhos”

“Vik Muniz é um verdadeiro ícone das artes plásticas brasileiras. Sua estética única, marcada pela utilização de materiais inusitados para a construção de imagens sublimes, fez com que se tornasse igualmente querido entre especialistas e visitantes. Receber a maior retrospectiva já feita de um criador tão importante e popular reforça a nossa vocação em trazermos a cultura para perto das pessoas, para que todos sejam inspirados por ela”, comenta Sueli Voltarelli, Gerente Geral do CCBB Rio,acrescentando que “em meio ao surgimento de novas tecnologias, Muniz nos faz refletir sobre o papel da imaginação humana como matéria-prima primordial da arte.”

ILUSIONISTA
“Vik Muniz é um ilusionista — um mágico na construção de imagens que não existem, mas que se tornam reais. Suas obras possuem camadas que tensionam diferentes questões de cunho poético — aspectos formais e processuais — e político, abordagens e relações que estabelece com o sistema da arte”, afirma Daniel Rangel.

O curador explica que a exposição “Vik Muniz – A olho nu” “propõe um passeio pela produção do artista, desde suas obras tridimensionais, criadas antes do uso da câmera fotográfica, até suas séries de fotos mais conhecidas e as mais recentes. O recorte apresentado inclui esculturas, objetos e mais de uma centena de fotografias nas quais deslocamento de funções e reconfigurações de objetos do mundo estão evidentes e servem como fio condutor da seleção”.

Único filho de mãe mineira e pai cearense, Vik Muniz nasceu em São Paulo, em 1961. Seu pai trabalhava como garçom, e não poupou esforços para apoiar o talento do filho. Aos 22 anos, apenas com o dinheiro da passagem e muita vontade de perseguir seu sonho de ser artista, Vik Muniz foi para Nova York, onde passou a trabalhar e a ser reconhecido, e onde mantém casa e ateliê. O artista também tem casa e ateliê em Salvador, mas é no Rio onde fica baseado, e para onde trouxe seus pais para morarem perto. Seu pai faleceu em maio do ano passado, e esta retrospectiva é dedicada a ele.

Apesar de ser um viajante inveterado mundo afora, onde suas obras pertencem às mais prestigiosas coleções – Centre Georges Pompidou, Paris; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri; Museum of Contemporary Art, Tóquio; Solomon R. Guggenheim Museum, e Museum of American Art, em Nova York, Estados Unidos; e Tate Gallery, Londres, para mencionar apenas algumas – Vik Muniz se mantém apaixonado pela cultura popular, por suas origens. Sobre este aspecto da exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”, o curador Daniel Rangel comenta:

“Esse conjunto aproxima a produção de Vik do universo (pop)ular – seja pela utilização de elementos do cotidiano, pela forma como os organiza ou pelas imagens que produz. Uma amálgama de temas, cores e materiais que pode ser observada em feiras livres, nas ruas e calçadas, nos bairros e festas populares, nas gambiarras, nos filmes da televisão e na liberdade das composições.”

Outro aspecto bastante relevante da mostra no CCBB Rio de Janeiro é o envolvimento e o entusiasmo de Vik Muniz pelo projeto, que permite com que o artista possa ver reunida obras que abrangem o arco cronológico de sua trajetória. E, principalmente, o de estarem juntas não apenas as fotografias que o tornaram mundialmente famoso, mas também as esculturas e objetos, com que começou sua produção. Este fato empolgou de tal forma o artista que fez com que ele se dedicasse não apenas a criar novas obras, como a realizar ideias que por alguma razão não havia podido concretizar antes. É o caso das inéditas “O segredo”, “Herói” e “Dardos”.

DETALHES DAS SÉRIES NOVAS NA MONTAGEM DO CCBB RIO DE JANEIRO

PRINCIPIA (1997–2002)
Na obra “Principia” (1997), técnica mista, 66 x 37,5 x 43,8cm, Vik Muniz investiga o estatuto da verdade associado à imagem fotográfica. Por meio de um visor estereoscópico acoplado – antigo equipamento que produz a ilusão de profundidade – o público vê fotografias que parecem documentar fenômenos complexos, como estruturas biológicas ou reações químicas. No entanto, uma observação mais atenta revela a natureza banal de seus componentes. Por exemplo: aquilo que parece ser um composto orgânico sofisticado, na verdade, é uma batata furada por palitos.A série discute que ver não é necessariamente compreender. Ou seja, toda imagem, por mais convincente que pareça, é sempre resultado de uma construção.

VERSO (2008/2012)
Desenvolvida ao longo de seis anos, a série envolveu pesquisa direta em acervos de instituições como Guggenheim, em Nova York, e Pinacoteca de São Paulo e MASP, em São Paulo, entre outras. Após fotografar a parte posterior de famosas obras de arte em museus, um time especializado de artesãos, artistas e especialistas em cópias de pinturas, reproduziu à perfeição molduras, arranhões, manchas, etiquetas etc. Com esta série, Vik Muniz desloca o olhar para aquilo que permanece oculto. Tradicionalmente associada à verificação de autenticidade, essa face “invisível” concentra marcas do tempo, etiquetas, carimbos, inscrições e vestígios de circulação institucional. São esses marcadores que narram a trajetória material da obra.

Em “Vik Muniz – A Olho Nu”, estão presentes três obras desta série: “Verso (Abaporu)” (2010), a partir da obra de Tarsila do Amaral, de 1928, atualmente exposta no Museu de Arte Latino-americano de Buenos Aires (MALBA), na Argentina; “Verso (Gioconda)” (2012), a partir da obra de Leonardo da Vinci, de 1503-1506, pertencente ao Museu do Louvre, em Paris; e “Verso (Noite Estrelada)”(2008), a partir da obra de Vincent van Gogh, de 1889, exposta no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), nos EUA.

COLÔNIAS (2014–2016)
Desenvolvida durante uma residência no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, a série é uma colaboração entre Vik Muniz e o biólogo Tal Danino, que articula arte e biotecnologia na construção de imagens.

As obras são produzidas a partir de células vivas, como células hepáticas e células-tronco. O processo envolve a criação de uma matriz, a transferência do desenho para uma superfície adesiva, seguido pela fixação e o crescimento controlado das células. Posteriormente, elas são registradas por microscopia. As imagens finais são ampliações fotográficas desses arranjos microscópicos.

Ao submeter sistemas biológicos, que são intrinsecamente dinâmicos e imprevisíveis, a esquemas formais predefinidos, a série aproxima o gesto artístico e o método científico. Nesse contexto, a imagem é o resultado de uma negociação entre intenção e comportamento espontâneo da matéria.Ao longo de sua trajetória, Vik Muniz tem explorado a capacidade das imagens de reorganizar a percepção humana a partir de materiais inesperados. Em “Colônias”, ele amplia a discussão sobre representação para o campo da própria constituição do visível. Entre arte e ciência, a série reafirma a imagem como construção: não apenas simbólica, mas também biológica.

VEÍCULOS MNEMÔNICOS (2014/2026)
O ponto de partida são os carrinhos da marca Matchbox, criada em 1953. As miniaturas ficaram famosas por suas reproduções realistas e detalhadas em metal. O nome vem do inglês “caixa de fósforos”: as primeiras peças eram vendidas em embalagens que simulavam esse formato. As obras desta série são reproduções em tamanho real destes carrinhos de brinquedo: o que antes cabia na palma da mão, reaparece como objeto escultórico em escala humana.

Ao realizar esse “salto de escala”, Vik Muniz destaca a maneira com que a memória opera por distorções: ampliando, condensando e reconfigurando experiências. A superfície dos veículos preserva marcas de uso, como lascas de tinta e desgastes, que remetem ao tempo inscrito no objeto original. Isso demonstra que não se trata de idealizar o passado, mas de reconstruí-lo com suas falhas, sugerindo que a memória não é um arquivo intacto, e sim um campo de recomposição contínua. O uso de brinquedos, e a tensão entre objeto, imagem e memória, presente em outros trabalhos da exposição, se dá em “Mnemonic Vehicle No.1 (Ferrari Berlinetta” (2014/2026) no encontro direto com o objeto, ativando a memória por meio da experiência espacial.

MUSEU DE CINZAS (2019-2026)
O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, abrigava um dos maiores acervos da América Latina até ser destruído por um incêndio em 2018. A instituição era uma das favoritas de Vik Muniz e serviu de inspiração para a criação desta série.Nela, o artista recria a imagem de artefatos pertencentes à coleção do Museu, utilizando cinzas recolhidas no local da tragédia e fotografando-as na sequência. Então, as obras apresentam, simultaneamente, o passado da imagem e sua materialidade atual.

Nesta exposição estão presentes, além de “Tropeognathusmesembrinus” (2026), duas fotografias desta série: “Museu Nacional” (2019), uma reconstituição da antiga fachada da instituição; e “Luzia” (2019), uma reconstituição do fóssil humano mais antigo já encontrado no Brasil.

OS ARQUIVOS DE WEIMAR (2004)
Para Vik Muniz, esta instalação é um repositório que abriga (e fermenta) a paranoia, de todas as épocas e de todos os lugares. Na obra, o artista mistura fotos de fotografias encontradas e fotos de documentos com fotos que ele mesmo produziu. Cabe ao público tentar identificar quais são as imagens reais e quais são as “de mentira”.

Vik Muniz iniciou esse inventário durante uma viagem à históricacidade de Weimar, na Alemanha, conhecida por ser berço do Classicismo Alemão e do movimento Bauhaus. Weimar também foi a capital da primeira democracia alemã (1919-1933), um período de grande efervescência cultural e instabilidade política, que terminou com a ascensão do nazismo. Weimar abriga o complexo de memórias do campo de concentração de Buchenwald, marcando o paradoxo entre a cultura artística e o horror nazista. Mesmo antes disso, o artista já havia experimentado a sensação de estar em uma conjuntura de paranoia, pois vivia em Nova York em 2001, quando ocorreram os ataques terroristas às Torres Gêmeas. O clima de desconfiança e tensão se arrastou pelos anos seguintes e Muniz seguiu completando esse “fichário de vestígios”.

PRIMEIROS TRABALHOS (1987/2026)
A trajetória de Vik Muniz no campo das artes visuais começa com a escultura. Suas primeiras investigações artísticas foram marcadas por influências ligadas à Pop Art, Minimalismo, Arte Povera, Happening, Fluxus e Op Art. O artista inicia sua pesquisa com objetos físicos, explorando conceitos fundamentais como: escala, massa e volume. E, desde então, seu interesse está na análise de como as propriedades materiais se relacionam com os mecanismos da percepção humana.

Nas obras desta série, observa-se a presença inicial de temas que seriam aprofundados ao longo de sua carreira, como a construção de ilusões visuais e o jogo entre as dimensões bi e tridimensional na expectativa da experiência estética.

As novidades na exposição no CCBB Rio, em relação às mostras realizadas em Recife e em Salvador em 2025, na série “Primeiros Trabalhos” são as novas edições de três obras: “Capacete”, “Fotografia histórica” e “Ética quântica (Infância)”todas[1989/2026], e as novas versões de “Pódio de balanço” (1988/2026), “⁠Museu de pássaros (1990/2026), “Ética quântica (Infância)” [1989/2026] e “⁠Flying Dutchman” (1991/2026), além das edições originais de “Nuvem 1” e “Nuvem 2” (1997).

LINHA DO TEMPO
No final do percurso da exposição, o público verá uma Linha do Tempo sobre a trajetória de Vik Muniz, que inclui monitores de vídeo para se ver as obras “Shadowgrams”, “Imagens de linha”, “Imagens de Arame”, e uma entrevista feita com o artista.

ITINERÂNCIA
Em setembro de 2026 “Vik Muniz – A Olho Nu” seguirá para o CCBB Brasília e em março de 2027 para o CCBB Belo Horizonte.

SOBRE VIK MUNIZ
Vik Muniz nasceu em 1961, em São Paulo, de pais imigrantes do Ceará e de Minas. Ele tem ateliês no Rio de Janeiro, Nova York e Salvador, e sua obra questiona e tensiona os limites da representação. Apropriando-se de matérias-primas como açúcar, feijão, chocolate e até lixo, o artista meticulosamente compõe paisagens, retratos e imagens icônicas retiradas da história da arte e do imaginário da cultura visual, propondo outros significados para esses materiais e para as representações criadas.Ele é regularmente convidado como palestrante, professor visitante e artista residente em instituições de ensino de prestígio, como a Universidade Harvard, o MIT, a Universidade de Princeton, Yale, a Sorbonne, Oxford, o Bard College, a Conferência TED e o Fórum Econômico Mundial. “Waste Land”, documentário sobre seu trabalho colaborativo no aterro sanitário do Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, foi indicado ao Oscar em 2010. “Vik Muniz: Fotografia, Mente e Matéria”, publicado pela Aperture em 2025, é sua publicação mais recente. Vik Muniz também se destaca pelos projetos sociais que coordena, partindo da arte e da criatividade como fator de transformação em comunidades brasileiras e criando, ainda, trabalhos que buscam dar visibilidade a grupos marginalizados na nossa sociedade.Em reconhecimento a essas contribuições, foi nomeado Embaixador da Boa Vontade da UNESCO. Ele fundou a Escola Vidigal, que oferece atividades extracurriculares em arte, design e tecnologia para crianças da favela Vidigal, no Rio de Janeiro, e abriu o Lugar Comum, uma galeria de arte contemporânea instalada no Mercado São Joaquim, um mercado tradicional de alimentos em Salvador, Bahia

Suas obras integram acervos como: Centre Georges Pompidou, Paris; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri; Museum of Contemporary Art, Tóquio; Solomon R. Guggenheim Museum, e Museum of American Art, em Nova York, Estados Unidos; e Tate Gallery, Londres.

A relação de suas exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior, pode ser vista aqui: gnr_vik-muniz_cv.pdf. Vik Muniz é representado pela galeria Nara Roesler.

SOBRE DANIEL RANGEL
Daniel Rangel é mestre em Artes Visuais pela USP, onde cursa o doutorado em poéticas visuais, e bacharel em Comunicação pela UCSal. Curador, pesquisador e gestor cultural com mais de duas décadas de atuação, dirige o Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC-BAHIA) e é sócio da N+1 Arte Cultura. Foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna da Bahia (2021–2023), diretor artístico do Instituto de Cultura Contemporânea (ICCo) e diretor da Diretoria de Museus da Secult-BA.

Assina a curadoria de “Vik Muniz – A olho nu”, maior retrospectiva do artista; “REVER”_Augusto de Campos, no Sesc Pompeia, eleita melhor exposição individual de artista brasileiro (revista “Select/Celeste”); “Palavra em Movimento”, sobre Arnaldo Antunes, vencedora do APCA 2015; e “Mynameis Ivald Granato”, premiada no Arcanjo de Cultura. Participou de bienais e festivais no Brasil e no exterior, como a 8ª Bienal de Curitiba, as Bienais de Cerveira (Portugal), o Festival Art.br em Nova York e o World BiennialForum.

É autor e organizador de publicações como “Klaxon em Revista”, “Making Biennials in Contemporary Times”, “Luzescrita”, “ReadyMade in Brasil” e “Afonso Tostes: entre a cidade e a natureza”. Também realizou curadorias individuais de nomes como Tunga, Waltercio Caldas, José Resende, Carlito Carvalhosa, Ayrson Heráclito e Rodrigo Braga, além de mostras coletivas como “O Museu de Dona Lina”, “Encruzilhada, Utopias e Distopias” e “Poesis in Praxis”.

SOBRE O CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL RIO DE JANEIRO
Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.

Serviço:
Exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro/RJ  

20 de maio de 2026 a 7 de setembro de 2026

Quarta a segunda, das 9h às 20h. Fechado às terças.

Entrada gratuita, com retirada na bilheteria ou pelo site bb.com.br/cultura

Contato: 21 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br

NitTrans leva educação para o trânsito para crianças com ações do Maio Amarelo

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Atividade lúdica na UMEI Jacy Pacheco ensina regras de segurança e estimula conscientização que vai da sala de aula para casa

A Prefeitura de Niterói, por meio da NitTrans, realizou uma ação da campanha Maio Amarelo voltada para o público infantil, com foco na educação e conscientização para um trânsito mais seguro e humano. A iniciativa “Escola Viva” aconteceu na Unidade Municipal de Educação Infantil Jacy Pacheco, no Barreto, reunindo alunos, educadores, operadores de trânsito e responsáveis em uma atividade prática sobre segurança, na manhã desta nesta sexta-feira (22).

Durante as atividades, os alunos participaram de dinâmicas educativas conduzidas pela equipe da NitTrans, que transformou o ambiente escolar em um espaço de conscientização e aprendizado. O Operador de Trânsito, Manoel Moraes de Alcântara, destacou a importância do trabalho com as crianças.

“Foi um grande prazer participar dessa ação com as crianças, orientando sobre o que é certo e o que é errado no trânsito. A gente conversa com elas sobre a importância de respeitar as regras e também incentiva que levem esse aprendizado para dentro de casa. Muitas vezes, os próprios filhos acabam orientando os pais quando percebem alguma atitude errada, como atravessar fora da faixa ou cometer infrações no trânsito. Esse trabalho é muito importante porque as crianças aprendem desde cedo a importância da segurança, do respeito e da responsabilidade no trânsito, ajudando a construir um futuro melhor para todos.”

A ação foi realizada dentro da unidade escolar e apresentou às crianças noções básicas sobre sinalização, travessia segura, comportamento adequado nas vias e respeito às regras de trânsito. Renata Rangel, diretora da unidade há cerca de 10 meses, destacou a importância da parceria e das ações educativas realizadas dentro da escola.

“Eu acredito que essa parceria é muito importante porque as crianças precisam, desde pequenas, estar conscientes do movimento e da realidade que existe fora da escola. Muitos dos nossos alunos vivem em uma comunidade onde, às vezes, não têm contato direto com placas de trânsito ou semáforos. Por isso, trazer essa vivência para dentro da escola é fundamental, já que, para muitos deles, esse é um dos principais espaços de aprendizado e convivência”, destacou.

O Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização voltado à redução de acidentes de trânsito que busca promover a segurança viária por meio da educação, da reflexão e da mudança de comportamento de motoristas, pedestres e toda a sociedade.

MPRJ requer a inconstitucionalidade do decreto que autoriza apostas eletrônicas em equipamentos no estado do Rio

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O procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, ajuizou uma representação de inconstitucionalidade junto ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) contra o Decreto Estadual nº 49.804/25, que autoriza a utilização de equipamentos e terminais físicos para apostas eletrônicas em estabelecimentos comerciais no estado.

Na ação, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro sustenta que o decreto, embora editado sob o argumento de regulamentar as Leis Federais nº 13.756/2018 e nº 14.790/2023, promove inovação indevida no ordenamento jurídico ao permitir a exploração de apostas de quota fixa por meio de equipamentos físicos, como VLTs (video lottery terminals), totens e smart POS, instalados em lojas, sports bars e outros estabelecimentos comerciais.

Segundo o Ministério Público, o decreto extrapola os limites da legislação federal ao admitir, em âmbito estadual, exploração lotérica não prevista e incompatível com os limites fixados pela norma nacional. A representação destaca que a Lei nº 14.790/2023 veda a instalação de equipamentos físicos em estabelecimentos para a comercialização de apostas de quota fixa em meio virtual.

O MPRJ argumenta ainda que o tema não pode ser disciplinado por decreto do Poder Executivo. A ação aponta, também, usurpação da competência privativa da União para legislar sobre sistemas de consórcios, sorteios e atividades lotéricas.

Palácio Tiradentes, sede histórica da Alerj, poderá se tornar Patrimônio Histórico e Cultural de Natureza Imaterial do Rio

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O Palácio Tiradentes, que completou 100 anos em 2026, poderá ser reconhecido como Patrimônio Histórico e Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. É o que propõe o Projeto de Lei 3.523/24, de autoria da deputada Verônica Lima (PT), aprovado, em segunda discussão, pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quarta-feira (20/05). O texto seguirá para análise do governador, que terá até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.

Localizado na Praça XV, no Centro da capital fluminense, o edifício é um dos principais marcos da história política brasileira e atual sede histórica do Parlamento fluminense. Inaugurado em 6 de maio de 1926, o prédio foi construído no local onde funcionava a antiga cadeia em que Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, permaneceu preso antes de ser executado. Até 2021, o Palácio também abrigou a sede oficial da Alerj.

“Esse espaço tem uma importância histórica, cultural e simbólica para a democracia brasileira e para a memória política do Estado”, justificou a deputada Verônica Lima.

O edifício possui cerca de três mil metros quadrados e 45 metros de altura, destacando-se entre construções históricas do Rio Antigo, como o Paço Imperial, erguido na primeira metade do século XVIII. O Palácio Tiradentes foi projetado pelos arquitetos Archimedes Memória, cearense, e Francisco Couchet, franco-suíço, sendo considerado por historiadores como o primeiro parlamento formal da República. O prédio ainda possui grandes cúpulas, vitrais, mármores e inovações para a época, como o concreto armado.

“Até então, o Legislativo funcionava em prédios improvisados e inadequados. Nunca havia tido uma sede própria pensada especificamente para essa função”, explicou o historiador e servidor da Alerj Douglas Liborio.

Visite o Palácio

A proposta também autoriza o poder público a promover atividades de preservação histórica e incentivo cultural no espaço, inclusive em parceria com entidades da sociedade civil.

Atualmente, o Palácio Tiradentes conta com uma exposição permanente e recebe visitas guiadas gratuitas, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h. Os agendamentos podem ser feitos neste link.

Durante a visita, o público pode acompanhar os principais acontecimentos que marcaram a história do edifício e conhecer um dos mais importantes símbolos da democracia brasileira e da arquitetura da Belle Époque carioca.

Band reacende as chamas do “MasterChef Brasil” com provas inéditas, tensão e muita competitividade

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Talent show vai ao ar às terças-feiras, às 22h30, a partir de 26 de maio
Atração também será exibida pela HBO Max e pelo Discovery Home & Health, em 29 de maio

A Band estreia na próxima terça-feira (26), às 22h30, uma nova temporada do MasterChef Brasil. Para os supersticiosos, 13 é sinal de azar, mas dentro da cozinha mais amada do país, a 13ª edição é sinônimo de comida boa, dinâmicas totalmente inéditas e uma turma que não vem para brincar. O programa também será exibido pela plataforma de streaming HBO Max e pelo canal Discovery Home & Health a partir do dia 29, sempre às sextas-feiras, às 20h30.

Em ano de Copa do Mundo, a atração embarcará no clima de torcida. Enquanto a bola rola no gramado, as panelas funcionam a todo vapor nas seletivas que adotam o esquema tático de grandes torneios de futebol. Vinte e quatro participantes, vindos de diversas regiões, invadem o campo em busca de um avental. É necessário ter habilidade para superar todas as etapas dessa árdua peneira, com direito à fase de grupos, mata-mata e até pênaltis.

No terceiro episódio, 18 cozinheiros de 12 estados diferentes, com idades entre 18 e 60 anos, ingressam oficialmente na briga pelo troféu. Daí em diante, é cada um por si. “Teremos provas imponentes no estúdio. Os candidatos vieram com a estratégia de passar por cima uns dos outros, então está extremamente competitivo. Queremos salientar que o MasterChef transformou inúmeras vidas desde 2014, é o maior talent show de gastronomia do Brasil, mas é um jogo. A audiência começará amando alguns integrantes, poderá odiá-los no meio do caminho, e se apaixonar por eles até o fim”, avisa a diretora-geral Marisa Mestiço.

Ao longo de 19 semanas, Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça vão se mostrar tão rigorosos quanto juízes de futebol. Precisão, técnica, habilidade e sabor são indiscutíveis para o trio de jurados, que segue ditando as regras, criando obstáculos para analisar a aptidão e os limites dos jogadores, e mandando o papo direto. “Atualmente, o acesso a referências para pesquisa é amplo, o que pode ser positivo ou negativo. Às vezes, quem consome conteúdo de culinária, mas não pratica, tem a falsa sensação de apropriação do conhecimento. Com isso, acaba tentando dar um passo acima das próprias possibilidades e fica para trás, já que esta área demanda o exercício constante”, avalia Helena.

O êxito da produção faz com que os adversários cheguem preparados. “Os perfis são interessantes e há pessoas que trabalham bem. A pressão é alta e sinto que, com o tempo, ela está aumentando. Hoje, alguém que entra sem entendimento de sobremesa e chocolate tem poucas chances de vencer. É preciso ter uma noção geral. Já percebemos que eles discutem e se culpam entre si pelos erros, pois entenderam que a experiência é muito potente e que, eventualmente, o personagem tem a mesma importância que a técnica”, ressalta Jacquin.

Nesta edição, os desafios lendários foram convocados outra vez. O Leilão surge clássico e irreverente. As Caixas Misteriosas conquistam uma versão repaginada com missões complexas. As tarefas em equipe serão carregadas de tensão. “O problema é que o MasterChef sempre apresenta pegadinhas e situações que os concorrentes não conhecem. Planejamento é essencial e, principalmente, equilíbrio emocional. Se formos rígidos e o indivíduo não estiver pronto para lidar com isso, vai afundar nos embates. Aqueles que ouvem críticas duras, reconhecem os tropeços e procuram se aperfeiçoar, conseguem evoluir”, destaca Fogaça.

Os aspirantes a chefs terão de agradar o paladar de motoboys famintos, de influenciadores exigentes e de cantores emblemáticos. O “Ranking” foi criado para testar as artimanhas dos competidores, ao mesmo tempo em que o novo “Amo ou Odeio” vai deixar o ambiente eletrizante de tanta faísca.

Durante a disputa, será imprescindível desbravar receitas pouco conhecidas, desenvolver ingredientes exóticos, voar para lugares distantes por meio do sabor, celebrar festivais nacionais e internacionais, enaltecer as raízes nativas, revisitar o passado e refletir sobre sustentabilidade e desperdício. O júri promoverá aulas memoráveis, trazendo criações únicas e autorais que vão inspirar os espectadores.

No ar há mais de uma década, o MasterChef Brasil se consolidou como o principal talent show culinário do país e continua reforçando a forte relação dos brasileiros com os alimentos, tornando-se um fenômeno cultural ao popularizar termos técnicos antes restritos a especialistas do ramo. A marcante presença no digital e a incessante capacidade de se reinventar ajudam a explicar o sucesso duradouro.

Premiação – Além do troféu de campeão, símbolo máximo da competição, o (a) vencedor (a) vai embolsar um prêmio de R$ 300 mil. O (a) ganhador (a) fará uma imersão em Lisboa (Portugal) a convite da Nomad para explorar os temperos e a cultura local. Da Havan, ele (a) levará um vale-compra no valor de R$ 30 mil para viver uma experiência de compras inesquecível. Já a Le Cordon Bleu oferecerá um curso na mais renomada escola de gastronomia do mundo. O segundo colocado, por sua vez, terá a oportunidade de estudar pâtisserie com os melhores profissionais do segmento.

Patrocinadores – A temporada conta com os seguintes anunciantes: Cacau Show, Heinz, Kitchen, Nestlé e Nomad (cotas Master); e Bombril, Casillero del Diablo, Dona Benta, Havan e Pilecco Nobre (cotas Chef). A emissora negociou ainda uma cota de participação NET com o Sicoob e uma local para São Paulo com o Azeite Total MasterChef.

Criado por Franc Roddam, o formato MasterChef é representado internacionalmente pelo Grupo Banijay. O programa é produzido pela Endemol Shine Brasil para a Band e para o Discovery Home & Health. O talent show vai ao ar às terças-feiras, às 22h30, na tela da Band em simulcast no Band.com.br e no aplicativo Bandplay. A atração será disponibilizada pela HBO Max e pelo Discovery Home & Health a partir de 29 de maio, sempre às sextas-feiras, às 20h30. O público pode conferir tudo pelo canal oficial no YouTube.

Roda de Conversa destaca os caminhos do rejuvenescimento natural e do autocuidado

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Na última quarta-feira, 20/5, a roda de conversa com o tema “A Arte do Rejuvenescimento Natural” foi marcada por troca de conhecimento, experiências inspiradoras e momentos de grande conexão entre os participantes. Realizado em um ambiente acolhedor, o encontro reuniu especialistas convidadas para um bate-papo enriquecedor sobre saúde, bem-estar, autoestima e os caminhos para um envelhecimento mais saudável e natural.

A biomédica estética Dra. Teresinha Leonel compartilhou conhecimentos sobre cuidados e tratamentos voltados ao rejuvenescimento, enquanto a psicóloga clínica Katia Cabral trouxe reflexões importantes sobre equilíbrio emocional e bem-estar. A educadora física Karla Braga abordou a relevância da atividade física na qualidade de vida, e a mediação ficou por conta da consultora de estilo Cacau Dias, conduzindo a conversa de forma leve e dinâmica.

O evento foi um verdadeiro sucesso, reforçando a importância de olhar para o autocuidado de forma integrada, valorizando a beleza natural, a saúde e a essência de cada pessoa. Uma noite de aprendizado, inspiração e conexões especiais.

Casa do Trabalhador de Meriti tem nova intermediação de emprego com a empresa Mercado Livre

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As vagas oferecidas são para trabalhar como Auxiliar Operacional de Logística

Em mais uma parceria com a empresa Mercado Livre, a Prefeitura de São João de Meriti, através da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda, realizou na quarta-feira (20/05), na Casa do Trabalhador, em Vilar dos Teles, uma nova intermediação de emprego para cerca de 100 vagas de Auxiliar Operacional de Logística.

Os entrevistados foram chamados pois já estavam cadastrados junto à Casa do Trabalhador. Com a vaga disponibilizada pelo Mercado Livre, a equipe da secretaria avaliou os cadastros condizentes ao perfil desejado, convocando para o primeiro contato com a empresa. E a exemplo do Mercado Livre, outras organizações também têm vínculo com a pasta e anunciam seus processos seletivos.

O secretário municipal de Trabalho e Renda, Bruno Correia, reiterou o empenho do município no desenvolvimento profissional dos moradores. “Novamente estamos com mais oportunidades, gerando novos empregos e levando a dignidade para os trabalhadores. Essa ação mostra o quanto o nosso município se preocupa com o bem-estar, com o desenvolvimento da população”, declarou Bruno Correia.

A analista de Recursos Humanos do Mercado Livre, Maiara Santos, também destacou o foco da empresa na progressão dos futuros funcionários. “A nossa empresa sempre busca dar uma perspectiva melhor de vida para esses candidatos. Oferecemos uma trilha de carreira muito forte para que as pessoas se tornem grandes profissionais no futuro”, enfatizou Maiara Santos.

Facilidade na busca pelo primeiro emprego

As jovens Yasmin Soares e Rayane Bastos, de 20 e 21 anos, respectivamente, corroboraram com a facilidade que a Casa do Trabalhador permite para o primeiro ingresso e recolocação ao mercado de trabalho.

“Às vezes a gente fica na internet tentando procurar um emprego, só que é difícil. Vindo até aqui e fazer a entrevista é melhor, tem mais chances e eu estou aqui na expectativa de conseguir uma vaga”, frisou Yasmin, moradora de Éden.

“Para nós jovens, que acabamos de sair da escola e queremos começar nossa vida profissional, é uma facilidade muito grande esse tipo de serviço. É uma ajuda importante para todos que estão procurando emprego”, acrescentou Rayane, que mora no município de Nilópolis.

A Casa do Trabalhador fica no Shopping dos Jeans, localizado na Rua Egas Muniz, 22, Vilar dos Teles. Quem ainda não possui cadastro pode fazê-lo no próprio local e ter acesso às vagas disponíveis. O horário de funcionamento é das 8h30 às 17h.

Foto: Gustavo Cervino

Entre Nova York e Filadélfia, Washington vira atalho cultural para o brasileiro na Copa de 2026

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Com localização estratégica, atrações gratuitas e forte calendário cultural, a capital americana se posiciona como uma das principais portas de entrada para os viajantes rumo às cidades-sede da Copa

A Copa do Mundo de 2026 deve levar milhares de brasileiros aos Estados Unidos, sobretudo para acompanhar a Seleção no eixo Nova York–Filadélfia. No planejamento da viagem, porém, um terceiro destino começa a aparecer como extensão lógica do roteiro: Washington, DC.

Fora da lista de cidades-sede, a capital americana aposta justamente nesse lugar intermediário, geográfico e simbólico. Está no mesmo corredor ferroviário dos jogos, tem conexões frequentes e oferece um diferencial que pesa no bolso: por não receber partidas, tende a sofrer menos pressão de demanda em hotéis e serviços.

A equação é simples: quem já estará na região pode transformar uma viagem esportiva em um roteiro cultural mais amplo, sem desvio significativo de rota.

A cidade também anunciou as watch parties oficiais da FIFA World Cup 2026, organizadas em parceria com o DC United. Os eventos acontecerão em dois finais de semana: de 12 a 14 de junho no Franklin Park, no centro da cidade, e de 19 a 21 de junho no Tingey Plaza, em Navy Yard. A proposta é transformar Washington em um dos principais pontos de celebração da Copa nos Estados Unidos, mesmo fora da lista de cidades-sede.

Além do calendário esportivo profissional, o Department of Parks and Recreation abriu inscrições para atividades de verão voltadas a moradores e visitantes de diferentes faixas etárias, incluindo aulas de natação para bebês a partir de seis meses.

A logística joga a favor

Washington está a cerca de 2h de trem da Filadélfia e aproximadamente 3 horas de Nova York. As conexões são frequentes ao longo do dia, o que permite sair de Manhattan pela manhã e almoçar na capital americana pouco depois do meio-dia.

A estratégia ideal é assistir ao jogo, deslocar-se por trem e dedicar três ou quatro dias a Washington antes de retornar ao Brasil ou seguir viagem.

Ao evitar novos voos internos, o deslocamento se torna parte do roteiro e não um obstáculo.

Um palco histórico em ano simbólico

O centro da experiência está no National Mall, a grande esplanada que conecta o Capitólio ao Lincoln Memorial e reúne museus do Instituto Smithsonian e memoriais históricos.

Em 2026, o espaço ganha peso adicional: os Estados Unidos celebram os 250 anos de sua independência, no evento conhecido como America 250. A efeméride deve reforçar a programação cultural e o simbolismo do local, onde se concentram alguns dos principais marcos políticos do país. Durante o verão, a cidade também ganhará novas atrações, como a inauguração do National Geographic Museum of Exploration e a abertura de um novo espaço de exposição imersiva sob o Lincoln Memorial, ampliando ainda mais a experiência cultural para os visitantes.

Há ainda um diferencial prático: os memoriais são gratuitos e abertos o ano inteiro, assim como os museus do Smithsonian — descrito como o maior complexo de museus do mundo. No verão, as galerias climatizadas ajudam a equilibrar o roteiro entre caminhadas ao ar livre e visitas internas.

Entre os destaques está o National Air and Space Museum, um doa mais visitados museus do complexo Smithsonian, que exige reserva prévia gratuita com horário marcado.

Da beira do rio às ruas de paralelepípedo

Se o National Mall concentra a narrativa histórica, bairros como The Wharf e Georgetown mostram uma cidade ainda mais encantadora.

O The Wharf, às margens do rio Potomac, reúne restaurantes, cafés e píeres revitalizados. Dali partem barcos-táxi que seguem até Georgetown, em um trajeto curto e cênico.

Georgetown combina comércio concentrado na M Street, boutiques independentes e ruas de paralelepípedo. É apresentado como um dos principais polos de compras da cidade, com mistura de marcas conhecidas e lojas autorais.

A cidade também aposta na caminhabilidade: boa parte dessas áreas pode ser explorada a pé, algo raro em destinos americanos de grande porte.

O esporte continua, mas muda de formato

Para quem não quer se afastar do clima esportivo, Washington oferece uma alternativa tipicamente americana: jogos da Major League Baseball no Nationals Park, no bairro Capitol Riverfront.

Durante o período da Copa, estão previstas partidas contra Seattle Mariners (12 a 14 de junho), Kansas City Royals (15 a 17 de junho), Philadelphia Phillies (22 a 25 de junho), Pittsburgh Pirates (3 a 5 de julho), Houston Astros (6 a 8 de julho) e New York Yankees (10 a 12 de julho).

O entorno do estádio concentra bares e restaurantes à beira d’água, criando uma atmosfera que dialoga com o público esportivo, ainda que em outro ritmo: menos global, mais local.

Símbolos de poder e cultura pop

A região da Casa Branca segue como ponto de interesse. Nas proximidades, a The People’s House: A White House Experience oferece uma exposição interativa gratuita com réplica em tamanho real do Salão Oval, entrada grátis, mediante reserva antecipada.

Outro espaço que costuma atrair visitantes é o International Spy Museum, dedicado à história da espionagem. Logo na entrada, um Aston Martin DB5 de 1965 — associado à franquia James Bond — ajuda a traduzir o tom da experiência.

Já o U Street Corridor remete à herança afro-americana da cidade, com murais, tradição musical e restaurantes históricos. Entre eles, o Ben’s Chili Bowl, conhecido pelo half-smoke, espécie de hot dog que virou símbolo local.

Para encerrar o dia, a capital investe na cena de rooftops. O Vue Rooftop, no Washington Hotel, é citado como um dos pontos com vista direta para a Casa Branca e os monumentos iluminados.
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A experiência em Washington, DC pode ser distribuída ao longo de três dias e combinar história americana, esportes, gastronomia e vida urbana.

Dia 1

Comece pelo National Mall — eixo monumental que conecta o Capitólio ao Lincoln Memorial — seguido por um almoço no The Wharf e um passeio por Georgetown.

Dia 2

O foco pode estar nos museus gratuitos do Smithsonian, incluindo o National Air and Space Museum, além de uma imersão no clima esportivo americano com uma partida de beisebol do Washington Nationals no Nationals Park.

Dia 3

Visite alguns dos símbolos mais conhecidos da capital americana, como a Casa Branca e a exposição interativa The People’s House, além do International Spy Museum e do histórico U Street Corridor, conhecido pela herança afro-americana, arte urbana e cena musical.

Para encerrar, rooftops com vista para os monumentos iluminados ajudam a transformar a passagem por Washington em mais do que uma extensão logística da Copa — mas em parte essencial da viagem.
Sobre Destination DC

Destination DC é a organização oficial de marketing de destino da capital dos Estados Unidos. Privada e sem fins lucrativos, a instituição tem a missão de promover Washington, DC como um destino global para convenções, turismo e eventos especiais. Com um foco especial nas ricas comunidades artísticas, culturais e históricas da região, Destination DC conecta visitantes ao melhor que a cidade tem a oferecer. Para saber mais, acesse washington.org.

Sobre a Imaginadora!

Liderada por Marjori Schroeder e Ana Donato, a Imaginadora! é uma agência de marketing para turismo, relações públicas e eventos com ampla experiência na promoção de destinos e marcas. Com 18 anos de atuação, a empresa desenvolve estratégias para governos, empresas e organizações do setor, fortalecendo a presença de destinos turísticos por meio de storytelling, parcerias e ações direcionadas. Para saber mais, acesse imaginadora.com.br e nosso perfil no Instagram @imaginadora_brasil.

Energy Woman promove autocuidado e networking na Praia de Piratininga

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Evento de ativação de energia feminina conecta mulheres em Niterói neste sábado (23)

Com a previsão de trégua da chuva no próximo sábado de manhã (23 de maio), o Espaço Único, na Praia de Piratininga,será palco do Energy Woman, um evento exclusivo que une experiências sensoriais, bem-estar e networking feminino. Idealizado pela empresária e mentora de negócios femininos Camila Nascimento, o encontro, marcado para 7h30, nasce com a proposta de proporcionar uma manhã de conexão, autocuidado e fortalecimento entre mulheres empreendedoras, acompanhando uma das maiores tendências mundiais da atualidade: o mercado wellness, que cresce impulsionado pela busca por saúde integral, qualidade de vida e experiências com propósito.

Com uma atmosfera sofisticada e inspiradora à beira-mar, o Energy Woman reunirá mulheres em uma programação que inclui treino funcional, meditação, experiências de bem-estar, massagens, degustações saudáveis, brindes, networking estratégico e momentos de conexão feminina. “O Energy Woman nasceu para ser mais do que um evento. É uma experiência de energia entre mulheres que desejam crescer juntas, cuidar da saúde e viver experiências memoráveis”, destaca Camila Nascimento, CEO do Club VIP de Negócios para Mulheres. As vagas são limitadas. Informações sobre a inscrição podem ser obtidas pelo Instagram @camilanascimentobusiness.

Além do foco em bem-estar, o evento também aposta no fortalecimento do empreendedorismo feminino, criando um ambiente propício para networking, geração de negócios e novas conexões profissionais.contará ainda com a participação de marcas parceiras dos segmentos de saúde, estética, suplementação, alimentação saudável, fisioterapia, skincare e lifestyle, reforçando o movimento crescente de empresas que buscam se conectar com o público feminino por meio de experiências presenciais e ativações afetivas.