Exposição “No Meio do Azul Havia um Futuro” propõe reflexão ambiental em Niterói

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O Espaço Cultural Correios Niterói apresenta a mostra inédita “No Meio do Azul Havia um Futuro”, da artista visual Cris Duarte. Em cartaz até o dia 6 de junho, a exposição reúne nove obras, entre pinturas e vídeo, produzidas nos últimos seis anos. O projeto utiliza o Oceano Atlântico como ponto de partida para debater temas como memória, travessia e preservação ambiental, destacando o mar como um elemento central na formação da cultura brasileira.

Segundo a curadora Mariana Bahia, também idealizadora do Instituto Vozes do Mundo, a exposição parte da ideia de que “o Atlântico é um símbolo importante para pensar a formação do nosso país” e se apresenta não apenas como limite geográfico, mas como “um espaço de travessia, de encontro, de deslocamento, que ajudam a moldar a cultura como um todo”.

Nesse contexto, as obras constroem um olhar sobre o mar como um arquivo vivo. “A água traz memória, tensiona nosso olhar sobre a vida, recria e cria imaginários e futuros possíveis”, aponta a curadoria, que propõe a exposição como um espaço de reflexão coletiva. “Não é apenas sobre pensar a paisagem, mas, sobretudo, um espaço de reflexão para criarmos o futuro que desejamos“.

A exposição marca uma fase de maturidade na trajetória de Cris Duarte, unindo sua expressão plástica a um sólido ativismo ambiental. Além de artista, Cris é a mente por trás do projeto “Cidades na Década do Oceano”, chancelado pela ONU, e atua ativamente como colaboradora da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável.

Radicada em Niterói, sua relação com o mar atravessa toda a produção. “O mar é meu primeiro espelho e meu horizonte constante. Para mim, o oceano não é um cenário, é um organismo vivo do qual faço parte”, afirma. Na sua prática, pintar o azul é também um gesto de investigação e cuidado: “é um ato de autoconhecimento e de cuidado com a nossa origem”.

Ao articular arte e ciência, seu trabalho busca ampliar a percepção sobre a urgência ambiental. “Enquanto pesquisadores trazem dados sobre a saúde dos oceanos, eu busco trazer a empatia”, diz. Nesse sentido, sua produção atua como uma tradução sensível da ciência, “transformando a urgência da conservação em um desejo profundo de proteção”.

A escolha da pintura como linguagem também é central nesse processo. “Ela exige a pausa que o mundo atual perdeu”, afirma a artista, ao destacar a possibilidade de reunir, em uma mesma imagem, diferentes camadas do ambiente. Em uma das obras inéditas, por exemplo, “divido o espaço entre o esplendor de um pôr do sol e a explosão de vida subaquática”, criando uma visualidade que, segundo ela, busca “cicatrizar visualmente o que está ferido no meio ambiente”.

Serviço
Exposição: No Meio do Azul Havia um Futuro
Artista: Cris Duarte
Período: até 6 de junho de 2026
Local: Espaço Cultural Correios de Niterói
Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 481 – Centro – Niterói (RJ)

TRT-RJ inaugura exposição com réplicas de obras de Cândido Portinari

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A mostra “Suor e Dignidade: A Poética do Trabalho na Obra de Portinari”, com visitação gratuita, fica disponível no Centro Cultural do tribunal até 26/5. A exposição reúne 15 quadros que propõem reflexões sobre o trabalho e seus impactos ambientais

O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-RJ) inaugura, em seu Centro Cultural, a exposição “Suor e Dignidade: A Poética do Trabalho na Obra de Portinari” nesta quarta-feira (6/5), às 14h30. A mostra reúne 15 réplicas de quadros de Cândido Portinari que celebram a força do(a) trabalhador(a) brasileiro(a) e propõem reflexões sobre o trabalho e seus impactos ambientais. A visitação é gratuita e seguirá até 26/5.

O Centro Cultural do TRT-RJ fica no prédio-sede da instituição, localizado na Avenida Presidente Antônio Carlos, 251 – com entrada pela Rua da Imprensa, s/nº – Centro, Rio de Janeiro/RJ. A mostra é promovida em parceria com o Programa Trabalho Seguro do TRT-RJ e com o Projeto Portinari.

A exposição do artista plástico Cândido Portinari (1903-1962), um dos maiores intérpretes da alma brasileira, está organizada em cinco blocos narrativos que capturam desde o labor histórico nas caravelas do descobrimento do Brasil até a vida nas favelas e a exaustão rítmica dos batedores de arroz.

Durante o percurso, o(a) espectador(a) é convidado(a) a ver que, mesmo em momentos de profunda dor e escassez, Portinari apresenta a dignidade do ser humano e afirma que o trabalho possui papel fundamental para a construção de um mundo mais justo e harmônico.

Leia abaixo um pouco sobre cada um dos cinco blocos narrativos da exposição.

Bloco 1: o encontro de mundos diferentes e a relação com o trabalho
No interior da nau, o trabalho é retratado como um esforço necessário para vislumbrar “um novo mundo”, contrastando com a visão da costa, onde indígenas representam uma existência pautada pela integração com o território.

O encontro de perspectivas revela duas realidades: a labuta como uma ferramenta de conquista e domínio técnico sobre o mar; e o impacto de uma nova ordem que ameaça uma cosmologia ancestral.

Bloco 2: rostos e contrastes da urbanidade
No segundo bloco, o(a) espectador(a) deixa as caravelas para encarar o Brasil que se estabelece e se adensa nas cidades. As obras “Cabeça de Negro” e “Favela” formam um diálogo sobre a presença humana nos espaços de convivência e resistência.

Em “Cabeça de Negro”, Portinari apresenta a dignidade em sua forma mais pura: o retrato de um homem cujo olhar firme atravessa o(a) espectador(a), projetando uma serenidade que contrasta com a dureza de sua realidade social. Já na obra “Favela”, a complexidade do trabalho e da vida comunitária é revelada em cores e formas que apresentam uma estrutura de beleza e sobrevivência. O “suor” ganha um rosto e um endereço, reafirmando que a poética do trabalho está intrinsecamente ligada à alma de quem o executa.

Bloco 3: a lida da terra e do mar
As obras “Batedores de Arroz”, “Arrastão” e “Homem Inclinado” mostram a exaustão e a plasticidade do trabalho braçal no cotidiano brasileiro. Portinari imortaliza o gesto do trabalhador rural e do pescador, transformando o esforço repetitivo em uma coreografia de sobrevivência onde o corpo é a principal ferramenta de transformação.

Ao observar o “Homem Inclinado”, é possível perceber como a curvatura da coluna e o peso dos membros inferiores simbolizam a gravidade da lida, enquanto em “Arrastão” o trabalho se manifesta como uma força coletiva essencial que extrai do mar o sustento. A poética do trabalho é apresentada em sua forma mais crua, celebrando a resiliência daqueles que, sob o sol, trabalham pelo sustento e o direito de viver.

Bloco 4: o trabalho da sobrevivência e a dor do êxodo
No quarto bloco, o(a) espectador(a) é confrontado(a) com a trágica condição humana que luta contra a escassez retratada em “Seca”, “Cangaceiro”, “Mulher do Pilão”, “Retirante Morrendo” e o icônico painel “Retirantes”.

Nestas telas, o trabalho é a própria manutenção da vida diante de um cenário hostil, onde a dignidade resiste mesmo na fragilidade extrema dos corpos deformados pela fome. A figura da “Mulher do Pilão” e o olhar severo do “Cangaceiro” representam diferentes facetas da resistência sertaneja, enquanto o grupo de “Retirantes” personifica o drama social do migrante que carrega consigo apenas o suor de sua história e a esperança de um novo chão.

Bloco 5: o clamor universal pela paz
No último bloco, “Guerra” e “Paz”, acompanhados pela figura do “Homem” em oração, sintetizam a visão de mundo onde o trabalho humano deve, em última instância, servir à construção de um mundo sem conflitos.

Enquanto em “Guerra” é possível ver o sofrimento e o caos decorrentes do desequilíbrio social, o painel “Paz” surge como uma celebração do trabalho harmônico, do lazer e da infância, elementos fundamentais para a dignidade plena.

O “Homem” de joelhos, com as mãos ao peito e o olhar voltado para o alto, simboliza o desejo universal de justiça e a esperança de que o suor do rosto resulte sempre em pão e harmonia, e nunca em destruição.

Serviço
Exposição: “Suor e Dignidade: A Poética do Trabalho na Obra de Portinari”
Abertura: 6/5 (quarta-feira), às 14h30
Período: até 26/5
Horário: segunda a sexta, das 9h às 16h
Local: Centro Cultural do TRT-RJ (Av. Presidente Antônio Carlos, 251 – entrada pela Rua da Imprensa, s/nº – Centro, Rio de Janeiro/RJ)
Entrada gratuita

O que acontece quando a moda encontra a literatura

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Por: Daisy Gouveia

Está cada vez mais comum a união moda e literatura, o encontro da leitura com a estética.

Uma tendência mundial de unir moda e literatura surge através dos Book Clubs. A Chanel com o projeto Rendez-vous litteraries na Rue Cambon, onde são recebidos escritores para debater suas obras, é um exemplo. A experiência intensifica a elegância com o intelecto.

A moda e a literatura sempre caminharam juntas, pois são formas de expressão. A roupa traz a estampa e a personalidade da pessoa e a literatura, como cultura, entrega o repertório intelectual, vocabulário enriquecido essenciais ao social.

Quando uma marca de moda abre espaço para um clube de leitura, deixa de vender só produtos e passa a entregar experiências e cultura. O cliente deixa de ser parte apenas de uma transação comercial para ter um valor especial na sua visita à loja.
Uma marca que promove a leitura, mostra que se importa como cliente e ele passa a ter uma importância, sendo recebido com um cuidado que estará na sua memória afetiva, criando vínculo com a marca.

A transação comercial é fria e rápida, o debate literário é íntimo e agregador. O cliente passa a associar a marca ao seu social, prazer e momentos de prazer, voltando à loja, não só porque precisa de uma peça nova, mas também para encontrar seus pares e discutir o próximo capítulo.

A experiência traz fidelidade, cria um grupo, uma tribo e fomenta a leitura!
O propósito além de trazer cultura é transformar o ato da compra em um encontro.

Daisy Gouveia é apresentadora, escritora, influenciadora digital e criadora do Clube de Leitura da Daisy. Com 66 anos, usa as redes sociais para incentivar as pessoas, principalmente as mulheres, a adotarem o hábito da leitura.

Com 35 anos de experiência na área da moda, escreveu o livro ‘Costurando Minha História’ onde conta sua trajetória e fala sobre sua reinvenção profissional, estimulando as pessoas que também querem mudar.

Instagram: @daisygouveiaoficial

Polícia Penal terá plataforma de ensino a distância para capacitação de servidores

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A Secretaria de Polícia Penal do Rio de Janeiro (Seppen), em parceria com a Fundação Cecierj, oferece, a partir desta segunda-feira (04/05), uma plataforma de ensino a distância, voltada para a capacitação dos policiais penais. A Acadepen EAD tem o objetivo de ampliar o acesso à qualificação e facilitar a formação continuada dos servidores.

Neste primeiro momento, serão oferecidos cursos como ADPF 347 – Estado de Coisas Inconstitucional e Plano Pena Justa; Lei de Execução Penal (LEP) aplicada à atividade do policial penal; e Direitos Humanos aplicados à atividade penal. Com carga horária de 40 horas, a capacitação na modalidade EAD tem prazo de conclusão de até 60 dias, garantindo mais flexibilidade para os profissionais.

A formação faz parte de um programa estruturado pela Academia de Polícia Penal, dividido em três trilhas de aprendizagem. A operacional é voltada para o dia a dia nas unidades prisionais, com foco em procedimentos, segurança e gestão da pessoa custodiada. A de gestão trata dos aspectos institucionais e da governança do sistema penal. Já a de formação é direcionada à qualificação de instrutores e de quem atua na Acadepen.

A Fundação Cecierj (Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro) é vinculada ao Governo do Estado do Rio de Janeiro e atua na promoção da educação pública, com foco no ensino a distância.

Para ficar por dentro do calendário dos cursos, o servidor deve acompanhar as publicações no Boletim Interno da Seppen.

Todo Mundo No Rio: Mylena Ciribelli curte show de Shakira, em Copacabana

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Jornalista prestigiou evento no Camarote Corona

O mês de maio começou super agitado para Mylena Ciribelli. De volta à Cidade Maravilhosa, a jornalista esteve presente em Copacabana, na Zona Sul carioca, onde assistiu ao mega show de Shakira, cantora colombiana. Direto do camarote Corona, montado na praia, Mylena curtiu e aproveitou a noite.

“As participações especiais deram um toque mágico: dois ícones da MPB, como Caetano e Maria Bethânia; a presença marcante de Anitta e a Ivete fechando o sábado, com sua luz maravilhosa, levantando, ainda mais, o público, ao som de país tropical, fazendo jus a segunda casa de Shakira, o Brasil”, enfatiza Mylena.

A apresentação de Shakira, com duração de 02h30, foi a terceira edição de Todo Mundo No Rio, evento inaugurado em 2024 com a vinda de Madonna.

Festival Japonês Matsuri celebra tradição, cultura e experiências imersivas no Costao do Santinho

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Pacote reúne gastronomia típica, atrações culturais e programação diversificada entre os dias 21 e 28 de junho, em Florianópolis

Um dos pacotes mais tradicionais do Costao do Santinho Resort, o Festival Japonês Matsuri retorna em 2026 com uma programação especial que convida hóspedes a mergulharem na rica cultura oriental. Entre os dias 21 e 28 de junho, o resort promove uma imersão completa na tradição japonesa, com atividades que envolvem gastronomia, música, arte, esportes e bem-estar.

Com opções de hospedagem nos períodos de 21 a 25/06, 25 a 28/06 ou na semana completa de 21 a 28/06, o Festival Japonês Matsuri reúne experiências autênticas como oficinas de origami, kirigami, oshibana, ikebana e mangá, além de workshops de bonsai, musicais, danças típicas como o Bon Odori e vivências (Kimono Experience).

A programação inclui atividades esportivas e de lazer, como torneios de tênis, gateball, beach tennis e golfe, além de momentos de relaxamento com o tradicional ofurô. Outro destaque é o karaokê, que ganha espaço com ambientes dedicados ao longo da semana. A gastronomia japonesa é um dos pontos altos do festival, com jantares temáticos acompanhados de apresentações musicais e performances tradicionais, incluindo grupos de taiko e artistas renomados da comunidade nipo-brasileira.

Para a diretora Comercial e de Marketing do Costao, Daniela Rocco, a temática é uma celebração que já faz parte da identidade do empreendimento. “O Festival Japonês é um dos momentos mais aguardados do nosso calendário, pois proporciona uma experiência cultural rica e autêntica. É uma oportunidade de vivenciar tradições milenares em um ambiente acolhedor e com toda a estrutura do Costao”, destaca.

Além das atrações culturais, o evento também acompanha grandes momentos esportivos, como a transmissão do jogo entre Brasil e Escócia na Copa do Mundo. O Festival Japonês Matsuri reforça o compromisso do Costao em unir lazer, cultura e entretenimento em um dos cenários mais privilegiados do litoral brasileiro.

Quem deseja garantir sua reserva conta com condições promocionais de até 7% de desconto no pix, na tarifa reembolsável ou em até 10x sem juros, além de criança não paga diária*. As reservas podem ser feitas pelo site www.costao.com.br ou pelo telefone 0800 048 1000.
*Consulte condições.

Sobre o Costao do Santinho Resort

Localizado na Praia do Santinho, ao norte da Ilha de Santa Catarina, o Costao do Santinho Resort é um dos resorts mais premiados do Brasil e o único resort pé na areia com sistema All Inclusive da região Sul. Cercado por mais de 750 mil m² de Mata Atlântica preservada, o empreendimento reúne cerca de 200 mil m² de infraestrutura, com 11 piscinas, sete restaurantes, spa, trilhas ecológicas e uma programação diversificada com mais de 65 atividades de lazer, além de muito entretenimento ao longo do ano.

Referência em gastronomia, hospitalidade e sustentabilidade, o resort combina natureza, conforto e experiências completas para todas as idades em um dos cenários mais emblemáticos do litoral brasileiro. Saiba mais em www.costao.com.br.

 

Projeto cria o Selo ‘Templo Religioso Amigo da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista’

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O Estado do Rio de Janeiro poderá contar com o Selo ‘Templo Religioso Amigo da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA)’, destinado a reconhecer templos, igrejas, centros e demais espaços de prática religiosa que adotem iniciativas inclusivas voltadas ao acolhimento de pessoas com TEA e seus familiares. A medida está prevista no Projeto de Lei 7.334/26, de autoria da deputada Carla Machado (PSD), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em discussão única. Por terem sido incorporadas emendas, o texto precisa passar por uma nova votação da redação final.

O selo tem como objetivo incentivar a inclusão de pessoas com TEA nas atividades religiosas, promovendo ambientes acessíveis, acolhedores e adaptados às necessidades sensoriais e comportamentais desse público. A proposta também busca estimular a capacitação e a sensibilização de líderes religiosos, voluntários e colaboradores, além de fortalecer a participação das famílias nos espaços de fé e fomentar uma cultura de respeito, empatia e convivência com a neurodiversidade.

O Poder Executivo regulamentará os critérios, a forma de concessão e o órgão responsável pela emissão do selo, observando a integração com as políticas estaduais de proteção à pessoa com deficiência.

Entre os critérios para adesão estão a oferta de recursos de apoio sensorial, como abafadores de ruído; a criação de espaços de acolhimento ou ambientes mais silenciosos; e a flexibilização de normas comportamentais durante celebrações. Também serão exigidas a capacitação de equipes, líderes e voluntários para o atendimento de pessoas com TEA, a adoção de comunicação acessível e clara e a promoção de ações de conscientização junto à comunidade. Também será considerada a criação de salas sensoriais e espaços de acolhimento.

A participação das instituições será voluntária, e o selo terá validade de dois anos, podendo ser renovado mediante a comprovação da manutenção das práticas inclusivas que fundamentaram sua concessão. O descumprimento dos critérios poderá acarretar o cancelamento da certificação antes do término de sua validade.

Para a autora, é fundamental compreender as necessidades específicas das pessoas autistas, enfrentar as barreiras existentes e promover soluções concretas que contribuam para a inclusão e o bem-estar dessa população. “Embora os templos e instituições de fé exerçam papel relevante no acolhimento, no apoio emocional e na formação de vínculos comunitários, ainda não estão plenamente preparados para atender às necessidades sensoriais e comportamentais das pessoas com TEA”, afirmou.

“Por isso, muitas famílias deixam de frequentar esses espaços, o que, na prática, acaba afastando essas pessoas de ambientes fundamentais de convivência, fé e pertencimento”, concluiu a parlamentar.

Rodrigo Suricato comanda evento “Geração 80”, no Praia Clube, dia 16 de maio

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Vocalista do Barão Vermelho promete botar todo mundo pra ouvir, dançar e cantar junto, em noite que terá participação também da banda Bloody Mary e do DJ Marcelo Paes

Difícil vai ser alguém conseguir ficar sentado na edição 2026 do evento “Geração 80”, que acontece no próximo dia 16 de maio, no Praia Clube São Francisco, na Zona Sul de Niterói. À frente do show principal estará o multi-instrumentista e vocalista do Barão vermelho, Rodrigo Suricato, que promete revisitar grandes sucessos que ultrapassaram a década de 1980 e permanecem hits até hoje. Ele divide a noite com a banda Bloody Mary e com o DJ Marcelo Paes dois nomes que têm como característica principal de suas apresentações lotar as “pistas de dança”. Mais anos 80, impossível.
Segundo o produtor cultural Paulinho Nethelland, idealizador do evento, o que começou como uma festa para reunir “colegas de colégio”, hoje já faz parte do calendário festivo de Niterói. “Neste ano, com Suricato, a festa se tornou show de um dos grandes talentos do rock brasileiro, com uma carreira reconhecida antes mesmo de se tornar vocalista do Barão Vermelho. Agora, imagina poder reviver a história musical dos anos 80 e 90 com tudo o que tem de bom, mas sem os sufocos que a gente costumava passar, graças à estrutura que envolve o evento”, instiga Paulinho, fazendo questão de frisar que tudo está sendo preparado com o maior cuidado, em ambiente climatizado, serviço de bar com atendimento personalizado, entre outras “regalias”.
Quem já foi a outras edições do Geração 80 sabe que sua principal característica é a pista cheia e animada porque a música não para. Entre os dois shows da noite, O DJ e VJ Marcelo Paes garantirá o ritmo nas alturas com vídeos e clipes de artistas e sucessos os mais diversos num grande painel de LED. Isso sem falar nos ambientes instagramáveis e outras atrações.
“A ideia não é só uma celebração do passado. Se preparem porque sou um roqueiro assumido”, garante Rodrigo Suricato, num spoiler do que se pode esperar da edição 2026 do Geração 80.

Rodrigo Suricato, the guitarman

O músico carioca, vocalista do Barão Vermelho, uma das mais importantes bandas da história do rock brasileiro, canta, compõe e é multi-instrumentista. Reconhecido com o Grammy Latino de melhor guitarrista brasileiro, chegou ao grande público com a banda “Suricato” depois da participação no programa musical no Superstar da Rede Globo, em 2014. Com a banda participou de festivais como Rock in Rio e Lollapalooza.
Suricato começou a carreira cantando em bares e rodou o Brasil acompanhando nomes como Maria Gadú, Leandro Léo, Isabella Taviani, Tiago Iorc, Leoni, Paulinho Moska, Ritchie, Lia Sabugos, Tarzy Szpilman e Big Gilson, entre outros, até assumir o vocal e a guitarra do Barão Vermelho.

Bloody Mary, pop rock pra cantar junto
A banda Bloody Mary tem mais de uma década de estrada, enchendo as pistas e os espaços de show Brasil afora, num mix de hits retrô, que vão dos Beatles e Elvis até Kate Perry e Lady Gaga, sem falar nos sucessos nacionais. No comando da banda está a voz inconfundível e contagiante de Mariana Oliveira, vocalista do grupo.

Serviço
Festa Geração 80
Data: 16 de maio de 2026
Horário: 20h30
Local: Praia Clube São Francisco (Estrada Leopoldo Fróes, 700 – São Francisco)
Ingressos: www.guicheweb.com.br/geracao80

TRE-RJ estende horário de atendimento até esta quarta (6), último dia antes do fechamento do cadastro eleitoral

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Nos três últimos dias antes do fechamento do cadastro eleitoral, 4, 5 e 6 de maio, todos os postos de atendimento do estado do Rio de Janeiro funcionarão em horário ampliado, das 9h às 19h. O atendimento será garantido a todas as pessoas que procurarem os cartórios ou as centrais de atendimento até as 19 horas do dia 6 de maio.

Por conta da grande procura pelos serviços eleitorais, quem comparecer nesse período, dentro do horário de funcionamento, e não conseguir ser atendido, será agendado para retornar ao cartório entre os dias 7 e 16 de maio.

Os plantões e horários estendidos de atendimento do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) no último mês antes do fechamento do cadastro têm como objetivo oportunizar que o maior número possível de pessoas emitam a primeira via do título de eleitor, transfiram seu local de votação ou regularizem a sua inscrição eleitoral cancelada para votar nas Eleições de outubro de 2026.

Além de ser impedido de votar, quem está com o título cancelado fica sujeito a diversas restrições civis, como a impossibilidade de emitir e renovar o passaporte, tomar posse em cargo público, obter financiamento habitacional e matricular-se em instituição pública de ensino.

A coleta biométrica não será obrigatória para poder votar nas próximas eleições gerais. Porém, quem deseja cadastrá-la antes das eleições deverá procurar uma unidade de atendimento no mesmo prazo.

Para checar a necessidade de regularizar o documento ou fazer a biometria, o(a) eleitor(a) deve acessar o site do TRE-RJ, ou buscar informações pelo WhatsApp e Disque TRE-RJ, ambos pelo número (21) 3436-9000.

O TRE-RJ também incentiva a participação dos adolescentes no processo eleitoral. Jovens que já atingiram os 15 anos podem requerer a emissão do título de eleitor. No entanto, para que estejam aptos a votar no primeiro turno das Eleições de 2026, é indispensável que completem 16 anos até a data do pleito, que ocorrerá em 4 de outubro.

No momento do atendimento, é imprescindível apresentar um documento oficial de identidade e um comprovante de residência com data de emissão inferior a 90 dias. Pessoas que mudaram de nome devem levar o documento que comprove essa alteração, como a certidão de casamento. Além disso, homens que nasceram no ano de 2007 têm a obrigação de mostrar que estão quites com o serviço militar.

Após o fechamento do cadastro eleitoral, em 6 de maio, não serão mais aceitos pedidos de revisão, transferência de domicílio, mudança do local de votação, emissão do primeiro título (alistamento), regularização ou coleta de biometria.

Eleitoras(es) que já possuem a biometria cadastrada têm a facilidade de solicitar os serviços diretamente pelo site do TRE-RJ. Já para a parcela do eleitorado que ainda não possui as digitais registradas, o atendimento deve ser feito presencialmente em qualquer Zona Eleitoral ou Central de Atendimento ao Eleitor disponível no estado.

Quem estiver com seu título eleitoral regular e apenas deseja quitar multas, emitir certidões ou uma nova via do título eleitoral, pode ter acesso a esses serviços por meio da página de atendimento online do TRE-RJ ou deixar para buscar esses serviços presencialmente após o dia 6 de maio.

Luciano Figueiredo celebra 60 anos com individual inédita no Rio

Pintura, palavra e cor convergem em nova individual de Luciano Figueiredo na Anita Schwartz, celebrando 60 anos de uma trajetória que moldou a cultura brasileira.

São seis décadas de produção contínua, e Luciano Figueiredo ainda apresenta trabalho inédito. A Anita Schwartz Galeria de Arte, na Gávea, inaugura no dia 5 de maio de 2026, às 19h, a exposição Por toda parte escreverei o teu nome, mostra individual com curadoria de Luiz Chrysóstomo que reúne obras recentes e abre um novo núcleo dentro da pesquisa do artista.

As composições apresentadas na mostra articulam pintura, palavra, cor e linguagem gráfica com uma precisão formal que é marca registrada de Figueiredo. Não se trata de retrospectiva — o foco está no presente, no que o artista investiga agora, neste momento específico de sua trajetória.

Uma trajetória que atravessa mundos

Nascido em Fortaleza em 1948 e radicado no Rio de Janeiro, Luciano Figueiredo iniciou sua produção em 1966. Desde então, construiu uma presença rara na cultura brasileira: artista plástico, designer gráfico, poeta, cenógrafo e pensador crítico, transitou entre disciplinas sem jamais pertencer de forma exclusiva a nenhuma delas.

Ao longo dessas seis décadas, manteve interlocução direta com figuras que definiram o imaginário cultural do país. Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, Caetano Veloso, Waly Salomão e Gal Costa estão entre os nomes com quem construiu relações de trabalho e afinidade intelectual. Essa rede não é apenas biográfica — ela está inscrita na textura de sua obra.

Navilouca e a iconografia da música brasileira

Dois marcos ajudam a entender o alcance de sua atuação. O primeiro é a revista Navilouca, publicação experimental dos anos 1970 que se tornou um documento decisivo na confluência entre poesia, arte e contracultura. Figueiredo foi coautor do projeto gráfico ao lado de Oscar Ramos — um trabalho que hoje é estudado como referência na história do design editorial brasileiro.

O segundo são as capas de discos que assinou ao longo dos anos, peças que ajudaram a moldar visualmente a música popular brasileira contemporânea. Nesse campo, forma e conteúdo dialogavam com a mesma intensidade que marca sua produção nas artes plásticas.

Por toda parte escreverei o teu nome

O título da exposição já diz algo sobre o método. Há uma insistência, uma repetição que não é redundância — é construção. A palavra que retorna, a cor que persiste, a forma que se refaz. Nesse sentido, a mostra parece uma síntese natural de quem passou sessenta anos desenvolvendo uma linguagem própria com disciplina e coerência.

A curadoria de Luiz Chrysóstomo organiza esse novo momento sem transformá-lo em balanço ou celebração nostálgica. A proposta é olhar para o que Luciano Figueiredo está fazendo agora — e o que ele está fazendo, como sempre, é ampliar os limites do que a pintura pode dizer.

Serviço

Exposição: Por toda parte escreverei o teu nome
Artista: Luciano Figueiredo
Curadoria: Luiz Chrysóstomo
Abertura: 5 de maio de 2026, às 19h
Local: Anita Schwartz Galeria de Arte — Gávea, Rio de Janeiro